Também pensei em parar, em nunca mais escrever uma pinta numa letra...mas ainda o sinto e ainda o cheiro e acordo de um sono sem sonhos todas as madrugadas.
Abraço.
fairy, oh fairy . .
agarro-te no impossível saber que a realidade é fria e crua.
É de novo que me afogo nas tuas palavras . .
Molhadas pois bem, mas que não limpam tudo .
Obrigado por 'nos' acolheres.
Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...
Querida Sílvia
Imagino uma pintura que perde as cores com o tempo...
Um beijo
Daniel