Foi bom esperar por este poema.
E tens razão -.como é exíguo o coração (e tudo o resto) inacabado...Como tu sabes dizê-lo tão bem!
"Sursum corda"! Estamos todos a precisar é de outro ditirambo como aquele seu do Swing, mas com o tempo que corre não sei. Quero dizer: a vida não está para ditirambos.
Já tinha passado por aqui, avisado da sua "reentré" pelo alerta do meu blogue. Bem-vinda a sua casa.
Afixado por nd em setembro 2, 2008 08:27 PMA luz molhada: um olhar comovido (ou magoado?) sobre a vida. O rosto inclinado sobre o chão... Eh! Vê-se melhor a lua lá por cima... mesmo quando "é exíguo o coração inacabado".
Um beijo Soledade.
Ora ainda bem que as férias acabaram ( espero que tenham sido bem passadas) para podermos voltar a ler-te.
Bonito poema.
Voltou, ainda bem que voltou :)
Sol, vá lá, arrume um espacito para os seus assíduos!
Gostei do Exíguo.
Bjo
Ao ler, imaginei um ioiô a descer aos solavancos até ao asfalto, perdão, até ao fim do cordel. E um golpezinho de dedos a fazer subir o disco até ser aconchegado na concha da mão, como se fosse a lua a erguer-se de chão preto. O movimento poderá não estar já acabado, mas o coração ficará mais aconchegado.
Que confusão estão para aqui a escrever, mas o que escrevi ficou escrito e, para mim, nasceu do poema. Pronto...
Boa noite. Beijos
Amélia, estavas aí, estás sempre aí.
É bom :)
Beijo
Pois não, nd, a vida não está para ditirambos. Obrigada pelas boas-vindas :)
Olá, Graça. Vê-se melhor a lua lá em cima, é verdade, mas às vezes tudo pesa e força o olhar a descer. Há dias, como há poemas, não é?
Um beijo
Olá, João, como estás (e a Catarina), desde Junho que nos vimos? Mas dizer "ainda bem que as férias acabaram" só de quem está aposentado! :-O
Um abraço
Há um espaço sem fim para os amigos, Ana.
Beijinho
Pronto, Zef! Gosto muito das suas "confusões" :)
É verdade, o poema tem um movimento descendente. E também é verdade que o coração ficaria mais aconchegado se a lua se erguesse.
Hum... tá de chuva, hoje, aqui. E aí?
Saudades à Romãzeira e lembranças à gente de Pasárgada
uma katabase, sem dúvida. interessante a marcação dos sons, duros.
Tantos poemas bons vemos publicados aqui, que começamos a estar mal habituados :)
Explêndido, do primeiro verso ao último. (Um ritmo e uma cadência intactos e continuados, em tão poucas linhas escritas)
Afixado por R.Joanna em setembro 4, 2008 09:06 PMAinda bem que apreciaste, L. :)
Afixado por soledade em setembro 6, 2008 11:06 AMRita, fico particularmente satisfeita por teres escutado a cadência. E por merecer a tua aprovação de leitora.
Beijinho e saudades
Saudades, amiga querida.
Beijo-a
Fred, muitas saudades também, deste lado! Agora está no blogspot, bem mais perto, óptimo! :-)
Beijo grande
Que belo poema, Soledade!
gostei muito, muito.
É mesmo um belo poema, como eu já disse, a concisão preciosa.
Beijos e saudades,
Silvia
Afixado por Silvia Chueire em setembro 17, 2008 11:36 AMBia, fico contente por isso :-)
Um beijo
Silvia, você já conhecia o poema da Letras, obrigada por vir aqui também, lê-lo
Beijo