Terrible?
Afixado por nd em setembro 18, 2008 09:51 PMintenso.
aqui cheguei por indicação.
gostei imenso.
abraço
Afixado por Mariana em setembro 18, 2008 10:14 PMFortíssimo, Sol.
É um daqueles poemas que nasce nas vísceras e explode vulcânico, contudo, preservando este ritmo que caracteriza a sua poesia, ritmo que me parece subordinado a este exercício de inspirar, expirar de que fala o poema.
Belíssimo.
Beijo-a.
Estou com o que diz o Fred...
Afixado por amélia em setembro 19, 2008 11:42 AMQuem aprende a dormir com a chuva a lavar os telhados só aparentemente é paciente...
Excelente, o poema. Um beijo Soledade.
Nem ivan, nd :-O
Afixado por soledade em setembro 19, 2008 03:27 PMVem dos ventos desencontrados, creio. Obrigada, Mariana. Bem-vinda.
Afixado por soledade em setembro 19, 2008 03:30 PMFred, meu amigo, acho que boa parte da poesia que escrevi está marcada, mesmo sem eu querer, por esse ritmo inconstante do ar indisciplinado.
Um beijo grande
Isso é bom, Amélia :-)
Afixado por soledade em setembro 19, 2008 03:39 PMGraça, para alguns, a paciência é sempre uma construção, uma aprendizagem difícil.
Um beijo
Soledade, apetece falar de poema-corsário: prolonga-se nas marés brandas ou irrequieta-se em saltos bruscas. Mas os olhos que leva fazem corsário doce...Com alguma "paciência" vê-se.
Beijinhos
Cheguei aqui afoita e perdi todo o folêgo para comentar nas releituras deste incrível poema :/
É o pretexto ideal para pedir autorização em relação a algo que de há muito tempo para cá tenho vindo a pensar: Soledade, acaso não se importará se republicar um (e mais) dos seus poemas no meu outro lado da lua?
Preferiria fazer-lhe com isso uma agradável surpresa, mas como alguns dos poetas que tenho parafraseado não gostaram assim tanto da ideia, mais vale não arriscar :)
Entretanto esta página torna-se um imperativo quase quotidiano, mas sempre com o sabor da primeira vez.
Beijos
pelo seu poema compreendo melhor que os budistas digam que a paciência é a maior virtude;
"cabra manca não tem sesta" e chega tarde à erva;
obrigado por este pasto ser um repasto.
o diálogo entre o poema (homem-de-mel e a imagem)é excelente;
"comme maitresse" refere-se à gatinha, pois a maitresse é "comme chienne";
errata:
onde se lê "3vairado" devia ler-se "cxara".
desculpe a minha esquizofrenia:
Afixado por cxara em setembro 20, 2008 10:25 PMHá momentos ou pessoas que nos fazem sentir assim, mas conseguir dizê-lo desta forma única: só tu!
Beijos.
Um poema-corsário. E sem nenhuma paciência. Gosto disso, Zef :-)
Joana, fico sem jeito, assim. Claro que podes levar o poema e eu é que agradeço. Impaciência, por aqui, às vezes, mas nenhuma susceptibilidade dessas. Boa semana, bons começos :-)
Cxara, obrigada por estar perto e pelos seus contributos para que este sítio vá durando. Ah, e 3vairado não me parece mal nesta entrada das impaciências. Mas venha a castanha doce, até que é tempo delas.
Renda, tinha saudades tuas. Estás na recta final, em breve serás livre. Que estranha forma de encararmos as coisas...
Um beijo e até já
Muito bom o poema, Sol.
E muito bom, também, ver você escrevendo.
Oxalá sempre mais.
1 bj
Afixado por Adair em setembro 23, 2008 12:10 AMNão tenho escrito grande coisa, Adair.
Ao contrário de si :-)
Um beijo
Afixado por soledade em setembro 24, 2008 12:08 AMNão tenho "falado" mas continuo viciada neste blog.
Deste poema brota uma energia contagiante, controlada, mas avssaladora. Obrigada por ela.
Dores, obrigada. É sempre de uma extrema gentileza. Precisamos de energia (e de paciência também, embora...) para levarmos mais um ano lectivo a bom porto.
Bom fim-de-semana!
Sol,
A Espanha toda que vocè viu e toda a Espanha que está em si. Gostei deste tom vivo!
Beijos,
Silva
Que bom, Silvia. Mas espere por mim que o tom vai ficar mais vivo!;-)
Beijo