Comentários: Carta

Ontem eu pensava escrever um poema que iniciasse dizendo que os bons poemas são feitos de gritos lapidados. Os gritos como matéria prima da qual se retire o excesso, tudo aquilo que não transcenda a mesquinhez individual, tudo aquilo que não se possa oferecer como invólucro das angústias de quem lê. Este é um bom poema, um poema maior.
Beijo.

Afixado por Fred Matos em setembro 29, 2008 05:50 PM

Expurgado até ficar só a música melancólica. Nada de lantejoulas. Muito bom!

Afixado por L. em setembro 29, 2008 07:15 PM

...continuo a gostar.Muito. Beijos

Afixado por amélia em setembro 29, 2008 07:21 PM

Um belíssimo poema Soledade.
As gavetas onde guardamos os retratos antigos
são como labirintos onde escondemos os segredos
ou qualquer suspeita que teima em deter-se no olhar apesar da luz que inunda a casa nos dias mais tranquilos...
Um beijo.

Afixado por Graça Pires em setembro 29, 2008 08:52 PM

Soledade, não ponha esta Carta na caixa de cedro. Faça-a vagabunda...
beijinhos

Afixado por zef em setembro 29, 2008 10:20 PM

Eu aodro esta carta.

Afixado por Adair em setembro 30, 2008 01:14 AM

Ainda bem que abriste a "gaveta" porque dessa gaveta vão saindo coisas lindas.

Parabéns!

Afixado por João Norte em setembro 30, 2008 10:52 AM

Muito obrigada a todos os que se fizeram destinatários desta carta.

Afixado por soledade em outubro 2, 2008 06:10 PM

tesouros pessoais,
verbos intemporais.

Obrigado

Afixado por VFS em outubro 2, 2008 06:36 PM

Muito obrigada pela visita, VFS :-)

Afixado por soledade em outubro 3, 2008 12:16 PM

expressão e impressão, dizer e ser dito;

Afixado por cxara em outubro 6, 2008 10:04 PM

deslumbrou-me este poema!

Afixado por maria m. em outubro 7, 2008 10:59 AM

Obrigada, cxara e maria :)

Afixado por soledade em outubro 7, 2008 08:40 PM