Ontem eu pensava escrever um poema que iniciasse dizendo que os bons poemas são feitos de gritos lapidados. Os gritos como matéria prima da qual se retire o excesso, tudo aquilo que não transcenda a mesquinhez individual, tudo aquilo que não se possa oferecer como invólucro das angústias de quem lê. Este é um bom poema, um poema maior.
Beijo.
Expurgado até ficar só a música melancólica. Nada de lantejoulas. Muito bom!
Afixado por L. em setembro 29, 2008 07:15 PM...continuo a gostar.Muito. Beijos
Afixado por amélia em setembro 29, 2008 07:21 PMUm belíssimo poema Soledade.
As gavetas onde guardamos os retratos antigos
são como labirintos onde escondemos os segredos
ou qualquer suspeita que teima em deter-se no olhar apesar da luz que inunda a casa nos dias mais tranquilos...
Um beijo.
Soledade, não ponha esta Carta na caixa de cedro. Faça-a vagabunda...
beijinhos
Eu aodro esta carta.
Afixado por Adair em setembro 30, 2008 01:14 AMAinda bem que abriste a "gaveta" porque dessa gaveta vão saindo coisas lindas.
Parabéns!
Afixado por João Norte em setembro 30, 2008 10:52 AMMuito obrigada a todos os que se fizeram destinatários desta carta.
Afixado por soledade em outubro 2, 2008 06:10 PMMuito obrigada pela visita, VFS :-)
Afixado por soledade em outubro 3, 2008 12:16 PMexpressão e impressão, dizer e ser dito;
Afixado por cxara em outubro 6, 2008 10:04 PMdeslumbrou-me este poema!
Afixado por maria m. em outubro 7, 2008 10:59 AMObrigada, cxara e maria :)
Afixado por soledade em outubro 7, 2008 08:40 PM