Comentários: Mínimo

Para quando o livro?

Afixado por Orlando em outubro 7, 2008 09:16 PM

Orlando, estava a ler sobre o erro de Descartes (ou de Damásio?) num dos seus blogues.
Se e quando houver livro eu aviso-o, está prometido! :)

Afixado por soledade em outubro 7, 2008 09:21 PM

leio. devia ficar parado a ouvir.
pode haver sonatas num madrigal?

Afixado por cxara em outubro 7, 2008 10:16 PM

lindo isso, Soledade.

Afixado por Mariana em outubro 8, 2008 01:50 AM

uma escrita Sufi.

Amo.

Beijos,

mariah

Afixado por mariah em outubro 8, 2008 12:25 PM

Mal viro costas ... e aqui acontece poesia. Belíssima, como me encanta; dizer muito, falando pouco. Um suspiro da alma. Tal como diz mariah - uma inspiração "sufi".
Beijos.

Afixado por fernanda s.m. em outubro 8, 2008 01:26 PM

Admira(n)do

Afixado por Adair em outubro 9, 2008 12:59 AM

cxara, obrigada por escutar. Acho em boa verdade que sou mais devedora dos simbolistas do que gostaria de admitir.

Afixado por soledade em outubro 9, 2008 08:32 AM

Obrigada, Mariana, bem-vinda :)

Mariah, um dia chegaremos, talvez, a esse ponto indizível onde o sentido se concentra?

Fernanda, obrigada pelas suas bonitas palavras.

Adair, eu é que ando admirada. Com o ritmo e a exigência da sua poesia. Com a sua capacidade para continuar a surpreender-me. Com a sua disciplina.

Um bom dia a todos, que o sol, por enquanto gracioso, nos ilumine.

Afixado por soledade em outubro 9, 2008 08:39 AM

"Saudade da maré-cheia"
E perguntamos ao sol se pode ser eterna a sombra de um barco...
Um beijo Soledade.

Afixado por Graça Pires em outubro 9, 2008 12:53 PM

Sonhar com a plenitude é um jogo arriscado
Um beijo, Graça

Afixado por soledade em outubro 9, 2008 04:38 PM

Eu tinha deixado ontem um comentário...onde porará ele?
Bem- era no sentido de que este «mínimo» é realmente um todo...e que gostei muito de o ler.

Afixado por amelia em outubro 9, 2008 10:16 PM

Não vi o teu outro comentário, Amélia. Mas este vem muito a tempo :)

Afixado por n@gmail.com em outubro 9, 2008 10:34 PM

Tem sabor de haicai, um ótimo poema.
Beijo-a

Afixado por Fred Matos em outubro 9, 2008 10:48 PM

Obrigada, Fred. Ultimamente têm saído uns poemas curtos e condensados, que não eram muito o meu estilo, mas...

Bom fim-de-semana e um beijo :)

Afixado por soledade em outubro 10, 2008 02:11 PM

Do lado de cá saúdo sua poesia delicada.
Também há gatos nas noites do meu blog.

Afixado por Ana Cecília Bastos em outubro 12, 2008 03:03 PM

contenção de palavras, mas tão plenas de sentidos. gostei muito.

Afixado por maria m. em outubro 13, 2008 09:09 AM

Ana Cecília, o meu tempo tem estado escasso, desculpe tardar em responder. Vi que tem um belíssimo blogue, juntei-o aos favoritos. Espero que possamos interagir.
Um abraço

Afixado por soledade em outubro 17, 2008 11:55 AM

maria, tenho apreço pela tua opinião. Obrigada.

Afixado por soledade em outubro 17, 2008 11:58 AM

Soledade, enchi-me de vontade de conhecer sua escrita (pelo Ortografia do Olhar) e cá estou sem bater à porta. Gostei demais de tudo que vi por aqui e gostaria, batendo à porta agora, de linkar seu blog no meu, se me permitir.
Belo poema "Mínimo", enxuto, singelo, grandioso na mensagem: o mínimo que se pode querer.
Quanto ao poema publicado pela querida Graça, "Deram-me o nome", transcrevo o meu comentário feito por lá:
"As ancestrais... como fazem falta e como, por breves e sofridas passagens terrenas, são gloriosas, purificadas, estímulos nossos para o cumprimento do bem, da justiça, da eqüidade, das mãos estendidas sempre e a quem for. Somos heranças de belíssimas mulheres, mulheres como nós: você, eu, a Soledade e todas as outras que possuem luz, porque a herança é a continuidade.
Esteve muito bem "na seara do bem alheia"."
Beijo grande, Soledade.
Bárbara Carvalho (Brasil - São Paulo).

Afixado por Bárbara Carvalho em novembro 8, 2008 01:35 PM

Este poema fez-me lembrar a praia da Sr da Rocha em Fevereiro,muito calma e principalmente em 2.000. Com os barcos em madeira que já não existem e o ar do cizento mar que encanta qualquer pessoa.

Afixado por bão em novembro 8, 2008 10:17 PM

Bárbara, muito obrigada pela sua vinda e pelo comentário que também fez no Ortografia do Olhar onde todos, pela simpatia da Graça, foram tão gentis comigo.
É sempre bem-vinda. Vamos trocar links, sim :-)
Um beijo, daqui até S. Paulo

Afixado por soledade em novembro 9, 2008 07:15 PM

Bão, nenhuma leitura podia alegrar-me tanto como a tua :) Fico muito contente com a maneira como olhas o poema e ele te desperta memórias e emoções. Ler poesia é isso mesmo, quase como fazer um poema em cima de outro. Adorei rever a Sra da Rocha como tu a evocas, e se calhar é mesmo essa imagem serena, cinzenta e um bocadinho nostálgica de um Fevereiro ido que esteve na base deste poema. Tu vês bem! :) E até podias escrever um poema teu sobre a nossa bela praia.
Beijinho grande

Afixado por soledade em novembro 9, 2008 07:24 PM