Para quando o livro?
Afixado por Orlando em outubro 7, 2008 09:16 PMOrlando, estava a ler sobre o erro de Descartes (ou de Damásio?) num dos seus blogues.
Se e quando houver livro eu aviso-o, está prometido! :)
leio. devia ficar parado a ouvir.
pode haver sonatas num madrigal?
lindo isso, Soledade.
Afixado por Mariana em outubro 8, 2008 01:50 AMMal viro costas ... e aqui acontece poesia. Belíssima, como me encanta; dizer muito, falando pouco. Um suspiro da alma. Tal como diz mariah - uma inspiração "sufi".
Beijos.
Admira(n)do
Afixado por Adair em outubro 9, 2008 12:59 AMcxara, obrigada por escutar. Acho em boa verdade que sou mais devedora dos simbolistas do que gostaria de admitir.
Afixado por soledade em outubro 9, 2008 08:32 AMObrigada, Mariana, bem-vinda :)
Mariah, um dia chegaremos, talvez, a esse ponto indizível onde o sentido se concentra?
Fernanda, obrigada pelas suas bonitas palavras.
Adair, eu é que ando admirada. Com o ritmo e a exigência da sua poesia. Com a sua capacidade para continuar a surpreender-me. Com a sua disciplina.
Um bom dia a todos, que o sol, por enquanto gracioso, nos ilumine.
Afixado por soledade em outubro 9, 2008 08:39 AM"Saudade da maré-cheia"
E perguntamos ao sol se pode ser eterna a sombra de um barco...
Um beijo Soledade.
Sonhar com a plenitude é um jogo arriscado
Um beijo, Graça
Eu tinha deixado ontem um comentário...onde porará ele?
Bem- era no sentido de que este «mínimo» é realmente um todo...e que gostei muito de o ler.
Não vi o teu outro comentário, Amélia. Mas este vem muito a tempo :)
Afixado por n@gmail.com em outubro 9, 2008 10:34 PMTem sabor de haicai, um ótimo poema.
Beijo-a
Obrigada, Fred. Ultimamente têm saído uns poemas curtos e condensados, que não eram muito o meu estilo, mas...
Bom fim-de-semana e um beijo :)
Afixado por soledade em outubro 10, 2008 02:11 PMDo lado de cá saúdo sua poesia delicada.
Também há gatos nas noites do meu blog.
contenção de palavras, mas tão plenas de sentidos. gostei muito.
Afixado por maria m. em outubro 13, 2008 09:09 AMAna Cecília, o meu tempo tem estado escasso, desculpe tardar em responder. Vi que tem um belíssimo blogue, juntei-o aos favoritos. Espero que possamos interagir.
Um abraço
maria, tenho apreço pela tua opinião. Obrigada.
Afixado por soledade em outubro 17, 2008 11:58 AMSoledade, enchi-me de vontade de conhecer sua escrita (pelo Ortografia do Olhar) e cá estou sem bater à porta. Gostei demais de tudo que vi por aqui e gostaria, batendo à porta agora, de linkar seu blog no meu, se me permitir.
Belo poema "Mínimo", enxuto, singelo, grandioso na mensagem: o mínimo que se pode querer.
Quanto ao poema publicado pela querida Graça, "Deram-me o nome", transcrevo o meu comentário feito por lá:
"As ancestrais... como fazem falta e como, por breves e sofridas passagens terrenas, são gloriosas, purificadas, estímulos nossos para o cumprimento do bem, da justiça, da eqüidade, das mãos estendidas sempre e a quem for. Somos heranças de belíssimas mulheres, mulheres como nós: você, eu, a Soledade e todas as outras que possuem luz, porque a herança é a continuidade.
Esteve muito bem "na seara do bem alheia"."
Beijo grande, Soledade.
Bárbara Carvalho (Brasil - São Paulo).
Este poema fez-me lembrar a praia da Sr da Rocha em Fevereiro,muito calma e principalmente em 2.000. Com os barcos em madeira que já não existem e o ar do cizento mar que encanta qualquer pessoa.
Afixado por bão em novembro 8, 2008 10:17 PMBárbara, muito obrigada pela sua vinda e pelo comentário que também fez no Ortografia do Olhar onde todos, pela simpatia da Graça, foram tão gentis comigo.
É sempre bem-vinda. Vamos trocar links, sim :-)
Um beijo, daqui até S. Paulo
Bão, nenhuma leitura podia alegrar-me tanto como a tua :) Fico muito contente com a maneira como olhas o poema e ele te desperta memórias e emoções. Ler poesia é isso mesmo, quase como fazer um poema em cima de outro. Adorei rever a Sra da Rocha como tu a evocas, e se calhar é mesmo essa imagem serena, cinzenta e um bocadinho nostálgica de um Fevereiro ido que esteve na base deste poema. Tu vês bem! :) E até podias escrever um poema teu sobre a nossa bela praia.
Beijinho grande