Olhe, Soledade, vou copiar este poema e mostrá-lo a alguns amigos. A seguir,digo: Soledade Santos é nossa amiga.
Bom domingo
Beijinhos
Ó Zef, obrigada! Também pelas palavras de há pouco.
Um beijinho, bom domingo
Cada vez mais gosto de ler os seus "sentires". E fico intímamente feliz por me rever neles. E as palavras sabem tão bem... como um café oloroso, quente e reconfortante, numa tarde assim, à hora confusa em que não sabemos distinguir a luz das luzes.
Beijos, Amiga.
Que diria Ulisses ao homo viator?
Afixado por cxara em outubro 19, 2008 08:48 PMOlá Soledade! Obrigada pela visita! :)
Tivemos alguma dificuldade em chegar aqui porque não disponibilizas o endereço do blogue no perfil... A Arca de Jade também te pertence?...
Sim, sou mesmo essa... a dona do Chat Gris e a filha da Iria.
No entanto, perdoa-me, podes dizer-me se me conheces a mim? ou a ela?...
Muito bonito o teu blogue! Voltaremos.
Boa semana.
Já perguntei a quem de direito quem eras...Hehe!
Pai e Mãe mandam um abraço.
Olá, Cibele. Agora já nos localizámos. Sim, a Arca da Jade também é minha, é o blogue da minha gata :)
Retribui por favor o abraço ao teu pai e à tua mãe.
Um beijo para ti, boa semana!
Fernanda, este poema começou por ser da Eugénia de Campos, mas depois refi-lo meu. É meu e do meu amor a Campos.
Um beijinho, boa semana
Que diria Ulisses, cxara? Nem sei, Ulisses tinha um fito, um propósito, nem todos o temos. E há Ítacas tão deceptivas, tão ilusórias...
Afixado por soledade em outubro 20, 2008 01:30 PMHá sempre um dia que em viagem vamos vendo coisas que não vimos antes e são essas coisas que nos "restituem ao olhar dos outros". Adorei o poema. Um beijo Soledade.
Afixado por Graça Pires em outubro 20, 2008 02:31 PMSomos sempre nós e os outros: tantos outros que também fizeram o nosso sentir, a nossa capacidade de ver essas imagens que passam na nossa frente enquanto o comboio se desloca.
Afixado por João Norte em outubro 20, 2008 03:02 PMSó agora (23:28) vi e me lembrou, de facto, uma poetisa também minha amiga que em tempos conheci...a Eugénia de Campos-:) E de facto, tu o dizes...Beijos
Afixado por amelia em outubro 20, 2008 11:29 PMo "diálogo" ou a interacção textual - em todos os sentidos - entre Campos e a Soledade é excelente! li e reli algumas vezes!
Afixado por maria m. em outubro 22, 2008 10:07 AMUm poema atribulado, Graça, como todos os que nasceram da Eugénia, ao tempo em que eu tinha tempo e ânimo para experiências heteronímicas.
Um beijo
Tens razão no que dizes, João.
Um abraço
Pois tu conheceste-a bem, sim, Amélia :)
Afixado por soledade em outubro 22, 2008 09:28 PMmaria, muito obrigada! Foi um grande prazer encenar diálogos com Campos. A todos nós ele revela o nosso rosto, o mais inquieto e um dos mais inquietantes. O imobilismo, o ser-se gauche para a vida e o desencontro com os outros - foi aí que me reconheci. Não é um espelho confortável. Mas enfim, o poeta é um finfigor, como diz um dos outros membros da coterie.
Um beijo
Sendo também noturna e com gatos, segui a trilha felina até seu blog, e aqui me deixo estar, pouso e repouso, encantada pela beleza e qualidade do que encontro, poemas e portas além-mar.
Muito obrigada por sua visita ao Casulo!
Voltarei muitas outras vezes.
Um abraço pra você, aqui desta terra de São Salvador da Bahia.
Ana Cecília, vem da Bahia! Terra de boa gente, todos os baianos que conheci na internet são gente bem especial. Irei também ao seu casulo, onde me senti bem:)
Afixado por soledade em novembro 9, 2008 02:48 PM