Magnífico poiema nos dás a ler!E a ouvir...
Afixado por amélia em outubro 22, 2008 02:46 PM"por todo aquello que [la muerte]no podrá quitarme"
Este é a atitude!
Um excelente poema. Ainda me convences a aderir ao Montero. Recomendas alguma tradução?
Também gostei do poema.
E não conhecia o autor.
"Pasé noches de guardia y de silencio,
no tuve prisa,
dejé cruzar la rueda de los años".
A luz é sempre fugita, na verdade...
Gostei imenso deste poema de Luis García Montero. Tudo no poema nos toca. "Que no me lea
quien no haya visto nunca conmoverse la tierra
en medio de un abrazo".
Eu li e gostei de ler. Um beijo Soledade.
Corrijo: a luz é sempre fugitiva...
Beijos
Da Andaluzia vem-nos bela poesia, Adair. Tenho particular admiração por García Montero. É um poeta "de la experiencia", como dizem, mas nem por isso menos reflexivo; um poeta do amor, mas do mundo também. E adoro o seu discurso poético, tão limpo.
Há outros poemas dele, aqui no Nocturno com Gatos, pode encontrá-los na categoria "afectos", em 2003, 2004 e 2005. Não indico os links porque o weblog considerará o meu comentário como spam :-O
De traduções, não sei, L., nunca me ocorreu procurar, mas tenho ideia de que ele não está traduzido em Portugal. Talvez encontres traduções em um ou outro blogue. Mas não há dificuldade em lê-lo na língua de origem, pois não?
Amélia, eu gosto muito de o ouvir dizer, com o sotaque andaluz. Tenho um cd ;-)
Afixado por soledade em outubro 26, 2008 11:28 PMGraça, os versos que destacou, uma vivência serena do tempo e a transcendência fundada na afirmação do amor (e quem não o entenda que passe de largo, não é?) também me tocam muito.
Quanto às gralhas, não se rale Os teclados são uma invenção diabólica :/