Tu és realmente algo muito diferente de quanto se lê para aí. Mas quem não te conhece não adivinha como és teimosa, perfeccionista e displicente com a tua poesia. Que vais fazer com ela? Cartuchos para embrulhar castanhas?
Afixado por L. em outubro 27, 2008 02:08 AMEu bem digo. Diferente é, mas não acredita.
Afixado por nd em outubro 27, 2008 07:17 AMEu já nem digo mais nada que não tenha dito antes e também por quem me precedeu. Urge que uma das vozes mais puras da actual poesia portuguesa se torne mais audível em livro. Os bons leitores merecem, Sol.
Este poema, para não variar, encantou-me: pela habitual doce melancolia, pelas palavras – como volita, emana, instaura a insídia doce,- e até a introdução feliz de grises, meticulosamente procuradas, pelas imagens, pelas sonoridades. este poema é também música...(que aborrecido não poder usar itálicos -com que assinalaria as palavras atrás)
A net tem coisas assim - não muitas. Mas permite-nos conhecer poesia da melhor, como esta e, porventura, ligarmo-nos por laços fortes à autora. É URGENTE dar a conhecer a um público mais amplo que gosta de fruir a boa poesia e tê-la à mão, em livro. Mas há quanto tempo venho dizendo isto?
[Já agora; posso divulgar no meu blogue?]
Paramos neste "outono moço". Convocamos o silêncio e deixamos que a névoa nos invada o olhar.
Gosto de a ler Soledade. Um beijo.
belo, como um passeio sobre folhas outonais, em tardes de luz crua, (sem o calor pegajoso).
saudável.
Soledade, a sua poesia tem de ser vista fora desta coisa de computadores.
Ó Soledade, não seja teimosa.
Quer que se lhe berre isto aos ouvidos, quer?
Beijinhos
Zef: se calhar será mesmo preciso...
Sabe como sua poesia faz-me falta.
E como é bom tê-la de volta.
Mesmo que só na net...
um bj grande
Afixado por Adair em outubro 28, 2008 10:36 AMAqui nunca há dias assim
Afixado por Mississippi em outubro 28, 2008 05:58 PMEu depois respondo a todos, hoje é tarde e ainda estou a trabalhar, e isto está para durar. Mas sempre digo ao Zef que se me gritar, sobretudo aos aos ouvidos, não respondo por mim. E o meu senhor mano do meio sabe disso, pois sabe? Golpes baixos, é o que é, e assim não vale! ;-)
Pronto, estou a tentar despachar estas coisas, a ver se a gente se vê.
Um beijo a todos
Afixado por soledade em outubro 29, 2008 12:54 AMUm prêmio pra você, Sol.
Aqui: http://eumeuoutro.blogspot.com/2008/10/prmio-dardos.html#links
Beijo-a
Afixado por Fred em outubro 30, 2008 12:47 PMO Blogue controversos sentidos atribuíu ao seu Blogue o Prémio Dardos. Costuma ser hábito afixar o respectivo selo e a nomeação de novos 15 Blogues. abraço.
Zef, peço pela Sol :) aos OUVIDOS, NÃO!
Entretanto, Zef, se vir a menina dos poemas belos, dê-lhe umas castanhitas (sem cartucho) e um abafadito, pode ser que a teimosia baixe a guarda e que um belo livro bem maduro nos caia nas mãos numa próxima estação. Sentir o tempo é da Sol e também o gosto pelo "gris". De que cor será o pranto...
Sol, saudades, descanse!
:)
Afixado por Chat Gris em novembro 2, 2008 09:30 PMSe não gritarem comigo, e muito menos aos ouvidos, talvez seja possível persuadirem-me de algo de que eu própria já estou meio persuadida. Vou tentar, pronto!
Agradeço-vos a todos, L, nd, Amélia, Graça, cxara (estavam bonitas as terras de Riba-Côa, cxara, bonitas, frias e solitárias), Zef, Adair, Anita, agradeço as leituras que me enriquecem, a amizade, o incentivo, a vossa presença.
E ao Fred, o meu primeiro amigo virtual, o poeta de "Eu Meu Outro" e de tantos poemas partilhados com alegria em tempos mais simples, agradeço o dardo e ofereço outro em troca :-) E também ao Luís Nunes, cuja poesia acabo de descobrir. E que belíssima surpresa! O Controversos passa para o lista dos meus favoritos e permito-me recomendá-lo aos amigos do Nocturno.
Mando saudades ao mississipi que não tem outonos assim, mas tem verões espantosos na sua cidade. E um sorriso à Cibele e ao seu belo chat gris. Nem que de propósito :)
Soledade! Tenho estado fora, e só hoje regressei ao vosso convívio. E fiquei parada, inebriada a olhar, sentir e cheirar esta cena das queimadas...
Mas vou juntar-me às vozes da Amélia e do Zef: "Venha o livro, já !"
Já outras vezes lhe disse que se está a desperdiçar do melhor que tenho lido nestes últimos anos. E tanta coisa se publica para aí, ficando estas maravilhas guardadas para a posteridade ???
Vá lá, faça-nos a vontade ( e poupe os pulmões do Zef...). O livro, Soledade!
Bem-vinda, Fernanda!
Ah, a voz do Zef! Ora! Os meus ouvidos é que têm de ser poupados. Sofro de intolerância ao ruído. O que na minha profissão é... complicado.
Beijinho
Os teus poemas são fantásticos. Ainda bem que a Graça Pires me proporcionou visitar-te. Uma maravilha...beijos.
Afixado por Paula Raposo em novembro 6, 2008 12:48 PMObrigada, Paula, és bem-vinda :)
Um beijo