Belo poema, Sol.
Beijo-a
Fred, havia uma última estrofe acerca de "respirar". Mas achei que não devia tentar os deuses... como sabe :)
Um beijo
Afixado por soledade em novembro 16, 2008 11:24 AMContinuo a gistar.Muito.
Afixado por amelia em novembro 16, 2008 03:43 PMMas não está ainda como eu gostaria, Amélia. Hum...
o conjuntivo como um convite; (deveria dizer o conjuntivo pelo imperativo mas esta designação é tão inconveniente para a formulação de um convite)...
(gosto dos desenhos que selecciona; é tão difícil ser (fazer) simples!
Para quê chamá-la, menina? Ela tem de vir. Mas já que tem de vir, que venha travessa e leve como a pintas aqui.
Afixado por L. em novembro 16, 2008 11:28 PMBem sei...anda em ti desde, creio, 1999. Mas por mim está bem nesta forma - que deixa ao leitor o trabalho de ler o que nele souber encontrar...
De qualquer modo, quando o achares que pode ficar definitivo, avisa...Beijos
Também posso dizer que gosto?
E até passei momentos da tarde de domingo a pensar quem sorria...E, olhe, foi maneira interessante de ocupar a tarde, de outra maneira, choca!
Beijinhos
Como quem sabe o mais inevitável caminho da vida...
Um belo poema.
Beijos.
Ouve-se o rodopio das piruetas :-P
Afixado por ilia em novembro 18, 2008 09:45 AMuma chama azul!
haverá melhor maneira de expressar o verbo?
Afixado por VFS em novembro 19, 2008 05:08 PMAntes tenho que arrumar a casa e uma das coisas, absolutamente, é pegar nos seus poemas desde o princípio do ano e deitá-los aqui devagarinho numa pastinha bonita aberta há algum tempo. Depois, ó Sol, depois... aquela manhã de fevereiro virá, mas havemos ainda de dansar debaixo de uma lua grande de agosto e rir de todas as cicatrizes que trazemos no peito...(sei lá porquê neste pequenino momento sinto-me óptimista - devo estar doente :) )
Bjos
Soledade,
Após alguns anos no ostracismo, inicio-me na blogosfera.
Estou muito feliz de rever aqui, a você e sua poesia.
Um grande beijo
Joeldo
Faz-se presente pela sua poesia aqui, onde tão pouca coisa anda chegando.
Afixado por Adair em novembro 19, 2008 11:04 PMPode sim, Zef, fico contente. Então a tarde foi choca... Espero que já tenha regressado a Pasárgada, onde a avelaneira a seu tempo florirá :)
É inevitável, Graça. Se ao menos vier leve...
Um beijo
Um convite. Suponho que sim, cxara, é mesmo um convite - e sem ponta de bravata. Gosto de desenho "clean", como se diz. Já fui mais ousada nas ilustrações. Agora nem tanto, menos tempo para procurar, escolher... E as imagens às vezes colidem, redundam.
Um abraço
ilia, há quanto tempo! E continuas com o ouvido agudo:-)
Afixado por soledade em novembro 19, 2008 11:20 PML, as manhãs de geada, um frio de vidro, uma luz primordial. Casa. Regresso. Isso.
Afixado por soledade em novembro 19, 2008 11:24 PMVicente, a sua imagem da "chama azul" foi encontrar eco na entrada seguinte :-)
Afixado por soledade em novembro 19, 2008 11:28 PMAna, que belo desafio! Vamos fruir esse momento de esperança, enquanto dura. Enquanto dura, minha amiga...
Um beijinho
Joeldo, há quanto tempo! É bom ter notícias suas , um sítio onde encontrá-lo. Vou ver de si e da sua poesia.
Um beijo
Adair, um beijo grande, meu bom amigo
Afixado por soledade em novembro 19, 2008 11:48 PMSoledade,
É bem vinda à minha casa virtual, com seu brilho. Lá não tem muita poesia, são mais crônicas adaptadas do cotidiano do meu trabalho.
Estarei sempre por aqui, visitando as belezas poético-literárias que produz, e que já me serviram de muita inspiração.
Beijos
Joeldo
"Que ela sorria travessa", seja ela quem ou o que for...
Belo poema.
Beijo, Soledade.
Bárbara Carvalho.
que convite singelo,
que oslhos esses «abertos/de amores sem epílogos»,
que sorriso, que pirueta!
tão lindo!
Afixado por maria m. em novembro 26, 2008 05:54 PMBárbara, maria m., obrigada pelas vossa gentileza.
Um beijo a ambas