Acabo de ler este «fragmento».Uma vaga sensação de estranheza me trouxe.Gostei,
Afixado por amélia em dezembro 1, 2008 09:47 AM"Luz
do que se faz pela derradeira vez"
Pode ser o prenúncio do nascimento de uma outra luz que nenhuma linguagem explica...
Beijos Soledade e uma boa semana
Essa imagem do gelo fino a estilhaçar-se, dedos a alongar-se para algo que se perde, sem remédio, a desolação do nunca mais, a luz do que não volta no momento em que percebemos que não voltará. Tão pequenino, o poema, tão rico! Desta vez apanhaste-me, miúda!
Afixado por L. em dezembro 2, 2008 09:59 AMpassagens!
viagens,
breves momentos,
novos horizontes.
e ligações
com o que será ...
lindíssimo.
Obrigado.
Afixado por VFS em dezembro 2, 2008 11:47 AMO gelo em pedaço é uma lamparina.
http://anndixson.blogspot.com/
Em tempo de muito trabalho e computador na "oficina", não tenho podido saudar as pessoas que visitam o Nocturno nem conversar com quem me lê e deixa um eco disso.
Espreito agora de um computador alheio e agradeço a todos, à Amélia, que descortinou no poema uma estranheza (não me desagradou que estes meus rabiscos causassem algum desconforto, rs) - à Graça, que contrapõe à desolação do gelo o consolo de que todos os fins podem abrir para outros inícios; à L, que desta vez extravasou da sua sobriedade e abre o poema (e me chama "miúda", quem mais me chamará assim? rs), ao Vicente que traz a sua gentileza e imagens cintilantes de outras paragens, e à Adriana que me oferece uma metáfora fantástica! Bem-vinda, Adriana!
Um abraço a todos neste dia de chuva, de luta, de esperança...
Afixado por soledade em dezembro 3, 2008 07:17 PMo trágico nasce da luz, do conhecimento da inevitabilidade;
Afixado por cxara em dezembro 3, 2008 10:07 PMÉ verdade, cxara. E há uma beleza sublime no trágico. Mas seria bom admirá-lo de longe, mantê-lo fora da nossa experiência imediata, das nossas pequenas vidas. Contudo...
Um abraço!
Afixado por soledade em dezembro 3, 2008 10:40 PMSoledade, esta Luz inquietante!
Mas, por causa dos dedos finos, não é de desassossego, pois não?
Beijinhos, atrasados como é costume.
que beleza!
a imagem, sempre, na palavra e no desenho.
Um abraço pra você.
Bom, Zef... algum desassossego. Mas nada de novo, é o estar na vida.
O meu senhor mano do meio chega sempre a horas :)
beijinhos para todos
Muito obrigada, Ana Cecília: é bom receb~e-la aqui :)
Afixado por soledade em dezembro 5, 2008 01:54 PMSoledade: Quanto tempo desde 2001? Quando habitavas o Pôr do Sol e eu era um vagabundo Norte-Sul!
Continuo a dizer que a tua poesia está na linha da frente da língua portuguesa e nunca esqueço que foste a mão amiga que me empurrou para a net -daí ao livro...foi um pulo, e depois outro!
bj carlos
Muito mais de 7 anos, Carlos, um tempo de de serenidade, e depois um tempo de espinhos. O Pôr-do-Sol ficou longe.
Outras mãos amigas foram mais decisivas que a minha. Importa é que o teu livro saiu. E que novos projectos te movem.
Um beijo