Um poeta de excepção, cuja poesia me fascinou mal a descobri, talvez por conhecer outra com alguns pontos de contacto, antes de uma conhecer a outra, ambos originais. Há lá coisa mais linda que um poema assim (salvo momentos da própria vida, que estão sempre acima das palavras). Obrigado. Beijo.
Afixado por nd em dezembro 6, 2008 04:59 PMUm dos mais belos poemas que li nos últimos meses. A última estrofe é sublime.
Abraços
Afixado por Daniel em dezembro 6, 2008 06:53 PMLindíssimo! Não conhecia este poeta.
Afixado por L. em dezembro 7, 2008 05:13 PMQue coisa tão bonita, é mesmo "como um respirar".
Não conhecia.
Boa noite, Sol
Nunca encontro nada que não seja belo.Esse também o é, e mais, leve.
Afixado por Adriana em dezembro 8, 2008 01:37 PMImpossível não gostar. Tenho que procurar o livro.
Um beijo Soledade.
Vim aqui ter de link em link. Belo blog. Boa poesia. Andei à procura desse livro e disseram-me que estava esgotado. Parabéns à anfitriã.
Afixado por babel em dezembro 9, 2008 05:44 PMÉ bom partilharmos os nossos afectos com amigos que se rendem, como nós, à beleza rara da poesia de Bobrowski. Eu sabia que nd gostava, aliás foi ele quem me deu a conhecer este poeta. E estava certa de que os outros amigos também gostariam.
Infelizmente, o livro não se acha. Está esgotado, a Cotovia não prevê reedição e só por sorte se encontrará algum exemplar esquecido em alguma livraria. Não sei de nenhum outro livro ou antologia deste poeta, publicados em Portugal. Em Espanha também não encontrei.
Como me disse alguém, Bobrowski teve azar: viveu na Alemanha de Hitler e, depois da guerra, ficou do lado de lá do muro de Berlim. Talvez por isso seja tão pouco conhecido entre nós. É pena.
Um abraço a todos e as boas-vindas a babel: o mudanças & companhia também tem link aqui no nocturno.
Afixado por soledade em dezembro 9, 2008 07:14 PMvejo o poema na aragem das folhas aguareladas (que também e tão bem escolheu para nós).
obrigado
Que bom, cxara! :-)