Ainda me lembro da primeira vez que li esse poema. Fiquei impressionado com a linguagem elegante, com o pensamento implacável. É assim que eu gostaria de escrever, lembro-me de ter pensado.
Afixado por Daniel em janeiro 15, 2009 12:58 AMQuerida Sol, estou em falta com você. Um excelente 2009!!! Visitarei com mais calma. Beijo no coração. Bárbara.
Afixado por Barbara Carvalho em janeiro 15, 2009 04:52 AMUma boa escolha para iniciar, no bnoctirno, 2009.Pavese é imenso - Pablo Ibanez também..Feliz de ler/ouvir logo pela manhã do dia de aniversário de Martin Luther King.
Afixado por amelia em janeiro 15, 2009 09:00 AMCorrijo: Paco Ibanez...
Afixado por amelia em janeiro 15, 2009 09:03 AMPavese é um óptimo modelo, Daniel. O seu Shangai não desmerece do modelo: implacável, elegante, masculino, se podemos falar de uma escrita literária e de uma mundividência masculinas.
Gostei muito do seu qualificante, "implacável". Por contraposição a uma poesia mole que viceja.
Agradeço e retribuo os votos, Bárbara :)
Afixado por soledade em janeiro 15, 2009 10:01 AMPois é, Amélia, Iabñez andou sempre de mão dada com os grandes poetas.
Afixado por soledade em janeiro 15, 2009 10:02 AMEnvelheceu, mas continua a ser uma personagem e tanto. Genuíno. Pena o vídeo não incluir a canção toda.
E tu foste ao concerto da semana passada, presumo.
Oroitzen e escolheu logo esta poema de Pavese em Ibañez! Tantos sentimentos disparam...
É por estas e por outras que é bom vir aqui.
Beijo, Sol
Genuíno. Sabia que te ia agradar, L :)
Hoje, muito Paco Ibañez, Anita ;)
beijinho
excelente poema neste início de 2009, a lembrar os acontecimentos bélicos que já por poaí ocorrem.
mas, para si, soledade, deixo votos de esperança e saúde.
Afixado por maria m. em janeiro 16, 2009 09:15 AM"Os teus olhos
serão uma palavra vã,
um grito emudecido, um silêncio."
Um poema de Pavese extraordinário. Quanto a Paco Ibañez fui ouvi-lo há dias à Culturgest e foi emocionante. Um bom Ano Soledade. E um beijo grande.
Pavese é potente.
Abraços d´ASSIMETRIA DO PERFEITO
Afixado por miguel barroso em janeiro 16, 2009 03:58 PM"Desceremos ao vórtice do mundo", é triste e denso.Se a moste chega um dia, que o dia seja eterno de vida.
Afixado por Adriana em janeiro 16, 2009 05:27 PMo título vale todo o poema.
já nos sabíamos seres-para-a-morte, mas se ela tem os nossos olhos, tornamo-nos seres-da-morte, uma espécie de anjos apocalípticos.
crua lucidez trágica.
um abraço amigo (antes que meus olhos...)
Afixado por cxara em janeiro 19, 2009 12:27 AMmaria m, hoje, esses votos são mais oportunos que nunca. Retribuo calorosamente.
Afixado por soledade em janeiro 19, 2009 04:51 PMEu também deveria ter ido à Culturgest, Graça, mas enfim, não foi possível. Mas soube que o concerto foi emocionante. Ainda bem!
Um beijo
Obrigada, Miguel, retribuirei a visita.
Afixado por soledade em janeiro 19, 2009 04:55 PMPavese é maravilhoso, Adriana, mas também sombrio. E denso, sim.
Afixado por soledade em janeiro 19, 2009 05:00 PMcxara, o poema centra-nos num lugar ígneo dentro de nós que não é confortável contemplar. Que hei-de dizer? Somos criaturas tão complicadas! Tão contraditórias. Tão vulneráveis. E aí está Pavese que viu a morte nos olhos de uma mulher, num amor de passagem a que nada, se calhar, excepto o acto final dele, deu grandeza. Uma coisa, essa...
Retribuo o seu abraço com estima, tentando ignorar a ressalva. Porque os nossos olhos são eternos neste momento.
Saúde, esperança, alegria, cxara. Um bom ano!