Comentários: Dispersão

Era um livro que tinha mesmo de ser dado a um mundo mais vasto que tão efémero da net...
Sabes que penso exactamente o mesmo que tu deste livro.
Dos livros de poesia que li recentemente é mesmo o melhor. Não falo dos que reli - porque quando releio -e este hei-de relê-lo muitas vezes - é sinal de que o livro é mesmo bom.
E há outros netpoetas (não muitos, mas ainda assim alguns)que também deveriam ver-se impressos. E mais não digo. Porque o essencial já o disseste tu.


Afixado por amelia em janeiro 19, 2009 05:42 PM

Diverso da 'novíssima poesia portuguesa'!
Fiquei muito interessada. Estarei atenta às livrarias.

Afixado por L. em janeiro 19, 2009 07:52 PM

É um dos melhores livros de poesia deste ano, concordo em absoluto, Amélia.
Bj, boa noite :)

Afixado por soledade em janeiro 19, 2009 10:16 PM

L, não sei quando chegará o livro às livrarias. Mas, se quiseres, podes contactar directamente as edições sempre-em-pé: contacto@sempreempe.pt

Afixado por soledade em janeiro 19, 2009 10:19 PM

aprender a ser sábio;
obrigado a quem nos dá a ver o quão ignorantes somos.

Afixado por cxara em janeiro 19, 2009 10:38 PM

É um dos livros que eu aguardava com expectativa. Fico feliz pela sua publicação, pois, para além de ser de um poeta que admiro, um livro, independentemente das vendas, é sempre algo mais concreto do que uma gaveta aberta na Internet; pode chegar sempre um pouco mais longe: a outro tempo.
E penso, ainda, que livros como este fazem-nos sentir - a nós que ambicionamos despertar uma outra sensibilidade perante os fenómenos da vida e do mundo - um pouco menos sós e isolados.

Afixado por Astrophil em janeiro 19, 2009 11:45 PM

A solidão é algo pessoal, o poema descreve esse momento do autor em silêncio de si.Muito belo mesmo.Ficarei de olho por aqui.

Afixado por Adriana em janeiro 20, 2009 02:53 AM

Não conheço o livro. Fiquei interessada porque este poema é excelente. "A memória é um largo campo com imagens tão díspares
como o voo dos patos ao cair do sol
e um homem trespassado de estilhaços
na selva da Guiné, sem perceber
porque a vida se lhe ia com o sangue,
talvez selando o peito
com a palavra azar". A entrar na pele...
Um beijo Soledade.

Afixado por Graça Pires em janeiro 21, 2009 11:10 AM

Julgo ter escolhido um bom poema para atestar a "doce solidão enumerável" deste inventário poético. Fico contente com os vossos comentários :)
Um abraço a todos

Afixado por soledade em janeiro 21, 2009 10:18 PM

Paulo, tu tens razão!
Um beijo

Afixado por soledade em janeiro 21, 2009 10:20 PM