A minha especialidade nunca foi a economia. Sei fazer contas de somar e de sumir e já não está mal de todo. A mim a contabilidade que interessa é a de lá de casa. Chega para tudo? Se sim, menos mau. Se sobra, tanto melhor. Se falta, aí é que a porca torce o rabo.
Agora quanto aos dados do INE valem aquilo que valem, tal como as estatísticas.
O que me irrita solenemente é esta nossa capacidade (a capacidade portuguesa) de achar que somos uns desgraçadinhos.
Cada um de nós tem de fazer mais por si mesmo! Na minha empresa tenho de ser empreendedora se quero ganhar. Tenho de procurar nichos de mercado que ainda não tenham sido abordados, tenho de saber chegar até junto dos meus potenciais clientes com uma forma apetecível!
Não posso esperar que seja o Estado a fazer por mim... Tenho é de exigir ao Estado que me dê condições para fazer o que devo.
Deixemo-nos de pensar pequenino. Coloquemos a fasquia mais acima. Sejamos capazes de inovar e de ter ideias e aposto que com o nosso jeitinho seriamos capazes de vender garrafas de água fresca no Pólo Norte.
Isto não é nenhuma forma ou tentativa de desculpabilizar quem de direito para a obrigação de nos fazer ser melhores (entenda-se Estado) é apenas uma tentativa de abordar o assunto de forma diferente.
Cumprimentos, dizer_bem e obrigada pelas suas amáveis considerações, embora saiba que estamos na política em campos diametralmente opostos.
Afixado por Maria Morena em novembro 11, 2003 09:50 AM