"eu não sou eu nem sou o outro
sou qualquer coisa de intermédio
pilar da ponte de tédio(...)"
M de Sá Carneiro
(er... espero não ter errado nada, foi de memória.)
"sou qualquer coisa de intermédio"
parece que passamos o tempo aqui, à espera de deixarmos de ser apenas um ponto intermédio e sermos um destino, um extremo, uma definição...
Dito por dolphin.s no dia 28 de novembro 2003, às 14h21não!
naõ me assustes
o 'aqui' não é a blogosfera, pois não?
tu não fazes isso.
o 'aqui' é?...
aqui mundo
aqui coração corpo vivo
aqui espaço
aqui tempo
era isso que querias dizer?
Dito por margarete no dia 28 de novembro 2003, às 14h28aqui é o mundo, o corpo, a carne, sim!! sem dúvida nenhuma!!!
eu não vivo virtualmente. eu vivo! eu sinto e eu morro com carne, com cheiros, com olhos a olhar nos meus.
isto é um limbo, quem acha que isto é vida está completamente perdido e condenado a nunca viver realmente.
assim como os livros. os livros servem para nos alimentar a vida, para dar algum tempero, mas nunca para vivermos neles e por eles.
isso é a morte. e não a morte que sentimos todos os dias, um pouquinho. é aquela morte que já nem se sente, sufocante, sem cheiro, nem sabor, nem sobressaltos, nem arritmias...
Dito por dolphin.s no dia 28 de novembro 2003, às 14h45d,
já te disse hoje que
gosto de ti?
gosto de ti.
(desculpa ter pedido uma confimação desnecessária, I misunderstood...)
8*
:P
e o cheiro da pele? :)
será possível viver sem sentir o cheiro da pele?
:)****
Dito por dolphin.s no dia 28 de novembro 2003, às 14h57pronto!
tinhas de me provocar...
(agora até vai parecer que eu sei muita poesia... e só sei estas duas, mais uma ou outra.)
...
pele
"quem foi que à tua pele conferiu esse papel
de mais que tua pele ser pele da minha pele"
david mourão-ferreira
gostei do blog. parabéns!!!
Dito por Gustavo no dia 28 de novembro 2003, às 17h12brigada Gustavo :)
Dito por dolphin.s no dia 28 de novembro 2003, às 19h06margarete, tu é que me estás a provocar... e a tentar fazer-me meter a cabeça em mais livros ;P
Dito por dolphin.s no dia 28 de novembro 2003, às 19h07vai vai
quase que consegues cheirar pele
Margarete, bom reler esses versos de Mário Sá-carneiro. Dele, sempre me vêm à memória aqueles outros:
"Um pouco mais de sol - eu era brasa.
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asas...
Se ao menos eu permanecesse aquém..."