Este poema toca mesmo cá dentro e, contudo, continuamos a amá-la.
Um abraço
Sara
Afixado por Sara Xavier em novembro 27, 2003 10:01 AMEssa Lisboa desapareceu para sempre no dia em que inauguraram o CC Amoreiras, quando o Chiado ardeu já era um zombie que matavam.
Quem a viveu guarda-a no coração.
Afixado por Mário em novembro 27, 2003 10:08 AM«O passado é como um país estrangeiro» - Será?
Definitivamente não, para os que, sonhadores de terra(s) prometidas(s), nele reencontram a lembrança que ilumina, como dizes, os «recantos de uma Lisboa que já não há».
Nisso reside o poder revificador da memória , a possibilidade de manter em aberto o sonho -para além do(s) desencanto (s) de uma eventual e nunca certa perda da inocência com que em tempos olhámos a «cidade».
Belo poema !
bons versos e lisboa, como a única, como a de sempre.
prov.
Afixado por provoca em novembro 27, 2003 03:39 PMApesar de não ter vivido em Lisboa no ano de 1977 este poema tocou-me como se de uma vivência real se tratasse.
Afixado por Nuno em novembro 27, 2003 04:14 PMLi este poema e o Famous Blue Raincoat com muita emoção . Estive nos dois concertos de Cohen em Portugal (em Cascais e no Coliseu) e este cantor (e Brel) confundem-se de tal modo com a minha vida que fiquei maravilhado por estarem destacado nos teus links. Quanto a Diotima, lembra-me a Yourcenar.
Fico à espera de mais evocações desses anos da brasa, que moldaram tantos de nós.
Manuel
http://ohomemumapaixapinutil.blogspot.com
Adorei a Canção Malgaxe
Como estou a ficar um pouco imbecil e sou basicamente gauche, a vontade de dar a conhecer o meu blog levou a escrevê-lo erradamente. Aqui vai:
http://ohomemumapaixaoinutil.blogspot.com
Afixado por manuel em novembro 28, 2003 03:40 PMOlá, estou aqui do Rio de Janeiro, minha terra, a ler o poema. Lembrei de Lisboa, que visitei há seis anos, e onde também fui muito feliz. Um abraço brasileiro.
Afixado por adade em novembro 30, 2003 11:20 PMEstes são meus endereços.
Afixado por adade em novembro 30, 2003 11:22 PMA gripe tirou-me "do ar", uns dias. Agora que regressei, foi reconfortante (como é sempre para os exilados) encontrar outros que guardam no coração essa Lisboa que já não há. Ela foi-se com os verdes anos de alguns de nós. E parece-me que o Manuel e eu andámos pelos mesmos sítios, nesses verdes anos, ouvimos as mesmas músicas, estivemos nos mesmos concertos e lemos os mesmos livros. Coisas de geração :-)
Obrigada a todos, às minhas amigas Sara e Amélia; ao Nuno, do Noctívago; ao provocador; ao Mário, que na Retorta tem fotos como poemas; ao Manuel, cujo blogue tive agora a satisfação de visitar; e à Adelaide Amorim que me leu do outro lado do mar.