Sim, essa passagem do Cossery é bem verdadeira, mas até que ponto o preguiçoso inteligente, por ser preguiçoso não AGE e essa não acção não lhe restringe o campo potencial de pensamento, pela experiência que não tem (ou não teve) ?
Dito por Paulo Silva no dia 23 de julho 2003, às 14h47E até que ponto não somos nós todos "preguiçosos"? :)
Que fazemos nós realmente que nos distinga da preguiça de que fala Cossery?
Vamos ao cinema, teatro, concertos, lemos, ouvimos música.... Mas não é tudo isso a nossa forma - deliciosa! - de sermos preguiçosos? ;)
Esta passagem do Cossery é uma excelente explicação de certas personalidades, que pouco uso dão ao seu corpo, mas a mente trabalha o dobro ou mais.
Continua o bom trabalho!