Comentários ao post "em banho maria"

j.,

divorciar-me do dn, de há umas semanas para cá, como te disse, andar por aí barata tonta com os sprints finais que aí estão desta fase (novos já estão em lista de espera), traz-me aqui (net) em intervalos.

pois, neste intervalo, li-te e senti-me contente de ter este jornal nas mãos, lia esta crónica (posso chamar-lhe assim?) e fui espreitar o nome do cronista (posso chamar-te assim?)... j.m.

fixe, pensei, porque sou mais ou menos duma geração que diz 'fixe'...

fixe, alguém que está mm mm a falar de Portugal, e... desculpa lá o atrevimento... senti, até, um pouco da pena que sentes por tal tipo de culinária lenta...

a ver vamos...
a ver vamos...
sabes que, pelo menos, em banho maria, as coisas não costumam queimar...

Escrito aqui por margarete em 1 de dezembro, 2003 às 17h56

mas cozem em demasia... ficam a saber mal... ou ficam muito duras ou muito moles... ;)

Escrito aqui por jm em 2 de dezembro, 2003 às 15h09

Há apenas 200 anos um individuo médio recolhia na sua vida (75anos) tanta informação como a que compõe uma edição do Times. Onde está esse mundo livre da ignorancia, feita de massas educadas e atentas? De certeza que não é nem nos governos de nomenklatura nem nos de previlégio que abusam das populações analfabetas. Então? Está na classe média educada e viajada que emerge do crescimento económico. Por muito que às elites lhes custe o choque e os prefiram de volta ao estabulo

Escrito aqui por Primeiro Ministro em 2 de dezembro, 2003 às 18h36

Sr. Primeiro Ministro, se na classe média é onde reside o mundo livre da ignorância - foi o que entendi do seu memo :) - cabe-me apenas perguntar:

quantas pessoas são essa classe média educada e viajada? e essa classe média dialoga com quem? não será dentro dela?

aproveito para esclarecer que eu não sou contra a economia de mercado aberta, mas o facto com que abro a exposição não deixa de ser real por isso.

Escrito aqui por jm em 2 de dezembro, 2003 às 21h03