Regressam dos nossos incêndios, Sol.
Bjs. Tem um bom dia.
Dos incêndios com que nos construimos, será?
Afixado por Sara Xavier em junho 10, 2004 01:02 PMDa sede de si mesmas...
Tomei conhecimento hoje do teu blogue. Gostei, "Sol".
Um abraço.
asas sobrevoando fontes, para que o fogo nos liberte. boa estadia, onde nasce o Côa – c.
Afixado por peres feio em junho 10, 2004 10:27 PMImpressionante a simplicidade deste genial poeta!
Reparei que a edição de onde foi retirada já não está disponível no mercado, não a perca de vista!
Margarida, obrigada pelo aviso. Os primeiros livros do E.A., tenho-os em edições da Inova, excepto dois que emprestei e nunca me foram devolvidos. Claro que os readquiri, pela Fundação, mas não é a mesma coisa. A Inova fazia edições lindíssimas.
Afixado por Soledade em junho 13, 2004 07:15 PMObrigada, parolo. Sol, Soledade, tanto faz, os dois estão em uso :-)
Afixado por Soledade em junho 13, 2004 07:17 PMO fogo destas fontes - perdoem-me, mas não me apetece dizer muito. Cada um lerá o dístico como entender. Para mim, ele contém o Verão-Ideia de Platão, como diz Bandeira (referindo-se a outra realidade). É um poema que anda comigo há décadas. Fico muito contente por ele reverberar noutras pessoas. Obrigada à Sara, ao Luís e ao Carlos.
Afixado por Soledade em junho 13, 2004 07:27 PME reverbera, Sol.Sempre que o fogo fica preso no incêndio.
Beijos