Benvinda, Eugénia, pela mão da Soledade!
Afixado por amelia pais em dezembro 8, 2003 04:17 PM
"conheci" primeiro a Eugénia campos, só depois me apresentaram a Soledade:o), parece me que mesmo sendo diferentes tem a mesma raiz...(o:o lol
Ó noite, vem trazer-me o silêncio,
o cansaço insone,
a angústia confortável de saber
o amanhã igual a hoje, na varanda,
cais aberto a não partir.
bjs
Afixado por diana em dezembro 9, 2003 10:46 AMPois têm, Diana.
Beijinho para ti e obrigada por me visitares aqui. Enquanto esperas a tua sombra para baterem juntas à porta da gaiata :-)
Adora sobrinhas-netas, cheira-me a casas grandes, antigas, cheias de histórias, fantasmas, conversas pelos cantos, jardins de penumbras onde os vultos assomam...
Esta Eugénia trouxe-me lembrançasm e sentei-me no "cais aberto a não partir".
Um grande abraço
Sara
Afixado por Sara Xavier em dezembro 9, 2003 03:22 PMPobres salamandras! Eu pegava nelas e nas rãs e levava-as para um aquário, e depois caçava moscas para comerem. Mas bem vinda seja a Eugénia que, entretanto, já cresceu e faz poemas assim, um consolo.
Afixado por Nuno em dezembro 9, 2003 10:54 PMSara, achei que neta era um bocadinho demais :-) E sobrinha-neta tem realmente esse perfume a infância e família grande, de que fala.
beijo
Na minha infância, como na da Eugénia, houve salamandras. E crueldades, como essa de as abrir pelo facto de serem (o que nos arrepiava e fascinava) ovovivíparas. Era realmente uma crueldade. Mas a infância está cheia de crueldades gratuitas.
A Eugénia cresceu? Esperemos...
Um abraço