Comentários: Quando apago


magnifico poema! que o digam os meus velhinhos sapatos de vela, estão roidinhos de inveja das botas vermelhas que sem querer o inspiraram :o)

bjs
agora que as aulas acabaram, a reunite aguda volta a atacar !:o) boas reuniões

Afixado por Diana em dezembro 18, 2003 12:46 PM

Sempre gostei deste teu poema .


Nota:
ai, se todos como tu soubessem «apagar»... e que nisso consiste em boa parte o trabalho poético...

(antes do Casimiro de Brito já António Ferrira, repetindo Horácio, dizia:«nove anos encerrado esteja o livro/e depois de encerrado hás-de limá- lo»)

Afixado por amelia em dezembro 18, 2003 12:48 PM

Sim, Soledade, afrouxar a rédea para que o cavalo possa vagar um pouco. Logo, aqui e ali surgem as cores, os bichinhos engraçados, e as coisas revelam faces obscuras como nos sonhos. Lindo seu poema.

Afixado por adade em dezembro 19, 2003 01:56 AM

Obrigada, às três, à Diana e seus sapatos de vela [pois, ri-te das minhas reuniões :-)], à Amélia que sempre acresce algo, e à Adelaide, do Umbigo do Sonho.

Afixado por Soledade em dezembro 19, 2003 11:57 PM