...é certo: não precisamos mesmo de muito mais que isso - e tu sabes dizê-lo.
Afixado por amélia em janeiro 4, 2004 11:17 AMDeixei votos para 2004 com o Louis Armstrong, gostei de o encontrar por aqui nestes poemas que sempre releio com enorme prazer e curiosidade.
Um grande abraço
Afixado por Sara Xavier em janeiro 4, 2004 11:26 AMhá coisas poucas que podem significar um mundo.talvez aquelas nas quais somos fiéis a nós mesmos (e ao outro ?)...
beijo,
e qual sopa de pedra, juntamos tanto e chamamos-lhe pouco...
Afixado por paulo em janeiro 5, 2004 01:56 AMNeste momento não preciso de muita coisa - algumas palavras que possam dizer alguma, pouca coisa daquilo que quero dizer. Que hoje preciso de pouco mas amanhã precisarei de outro pouco, de outro tanto. Que do seu muito cada dia me tem dado um pouco. E que às vezes creio que não percebo o sentido da vida porque ele só existe fragmentado em cada dia, em cada pouco- em cada dia um pedaço, em cada pouco um sentido.
Um pouco mais de sol: amanhã.
neste filme, quero entrar! psm
Afixado por psm em janeiro 6, 2004 12:35 AMgostava de assim ser...mas esta ambição...!
e à noite? cavsemcav
Amélia, Sara, Eugênia, Paulo, Sete Sóis, Carlos, Cavaleiro, obrigada. Creio que realmente não precisamos de muita coisa, embora o pouco de que precisamos seja por vezes tão essencial que se torna intangível.
a transparencia dos lábios, quando ávidos de beijar fins de tarde que não voltam mais, é a mesma que os teus versos mostram.
escreve sempre, para nosso gozo...cpfeio
A nostalgia do irrepetível. Obrigada, Carlos.
Afixado por Soledade em janeiro 11, 2004 01:46 AM