Se assim decorrem os 'dias presentes' importa procurar os nomes mais lentos, os sons capazes de tocar pensamentos e imagens, a pedra mais lisa para servir de assento, para descansarmos o corpo enquanto não somos capazes de acreditar.
(Isto não é um 'conselho de bolso', mas antes um esboço de diálogo dentro da ficção possível do que se vai escrevendo).
Escrito aqui por Sara Figueiredo Costa em 8 de janeiro, 2004 às 22h45"É em nós que é tudo" (F. Pessoa)
e assusta às vezes, muitas vezes, só podermos contar com essa "única força", acreditemos nela ou não.
no fim, é a única coisa que fica
Escrito aqui por dolphin.s em 9 de janeiro, 2004 às 11h02