Comentários: Azul da quase noite

Penso que é a primeira vez que leio este teu poema. É belíssimo - também pelo jogo das sonoridades e pela melofia.Mas isso são constantes dos teus poemas.E também a serena e doce melancolia que deles se desprende.E a sa- geza do aceitar.

Afixado por amélia em janeiro 22, 2004 11:07 AM


tal como a Amélia não conhecia este poema :é belíssimo. que belo final de dia!
mais uma vez a cumplicidade entre gata e dona é
deliciosa!


Afixado por diana em janeiro 22, 2004 01:08 PM

Na serenidade da "sagesse" das palavras e do azul!

Afixado por Helena Monteiro em janeiro 22, 2004 04:58 PM

estamos sozinhas e não estamos.
envoltas pelo olhar
e pelo azul,
podemos ser felinas
e andar silenciosamente a noite.
a gata, o cão, a olhar-nos
comprensivos.


beijos

Afixado por eugênia em janeiro 23, 2004 07:56 AM

recitas estas palavras e eu como se estivesse no espelho da imagem ,pude saber do movimento do olhar do gato e passos deixando rastros azuis semi-anoitecidos...(ai como é lindo o mundo das palavras!!!)És ótima!

Bj.

Afixado por Eduarda em janeiro 24, 2004 01:08 PM

recitas estas palavras e eu como se estivesse no espelho da imagem ,pude saber do movimento do olhar do gato e passos deixando rastros azuis semi-anoitecidos...(ai como é lindo o mundo das palavras!!!)És ótima!

Bj.

Afixado por Eduarda em janeiro 24, 2004 01:08 PM

Enquanto as palavras nos redimirem... E não há, di-lo o mestre, outra terra de promissão, fora delas e do corpo.

Obrigada, minhas amigas.

Afixado por Soledade em janeiro 25, 2004 12:07 PM

triste partida, feliz o momento que destila estes belos versos. um beijo c.

Afixado por carlos peres feio em janeiro 25, 2004 01:13 PM

Sol, bom poderi visitar com mais consância essa sua capacidade de navegar pelas palavras.
um beijo!
Lau

Afixado por lau em janeiro 25, 2004 05:37 PM

Lau, são muito bem vindos os tigres da utopia...
beijo :-)

Afixado por Soledade em janeiro 25, 2004 06:36 PM

Obrigada, Carlos
beijo

Afixado por soledade em janeiro 25, 2004 07:07 PM