Magnífico! Se eu te entendo...!
Afixado por Roxy em janeiro 27, 2004 02:33 AMConcordo com a Roxy, na apreciação que faz do teu poema.
Eis-nos face à questão: "estou perante o outro lado de mim?"
Já agora, dá um salto ao "Void" e lê o post "A metade perdida de nós próprios" e lá, diz-nos "de tua justiça". É um excerto de "A insustentável leveza do ser" de Milan Kundera.
Só para terminar: este teu poema remeteu-me para um cenário de David Lynch: o cenário da estrada perdida.
Enfim...
:)***
Afixado por Sandra em janeiro 27, 2004 06:58 AMo David Lynch usou essa visão em dois filmes... mas realmente, às vezes a minha vida tem contornos "Lynch-ianos"...
apenas relato aqui a confusão da mente após um passo hesitante que se toma... a incerteza, o medo do desconhecido...
Afixado por D_Quixote em janeiro 27, 2004 11:55 AM plenitude atingida por breves momentos...a partir dos quais surge o antes e o depois.O Preço por tal previlégio é elevado, valerá a pena?
pena tenho dos não previligiados.