muito bom! mas talvez tenha ido embora apenas com medo de responder...
Afixado por pedro em janeiro 28, 2004 03:46 AMQuando não gostamos de alguém conseguimos ser assim, maus, frios e [in]conscientes. Quando gostamos conseguimos ser tontos, doces e [in]conscientes.
Afixado por sara em janeiro 28, 2004 09:06 AMOlá. Se já gostava dos teus poemas, estou a descobrir encantada a tua prosa. Também tenho alguma prosa escrita. Assim, pequenos textos. Não sei se tão encantadores como os teus. Permite-me que te envie alguns por mail, para que opines sobre eles.
Um abraço
Afixado por Guida em janeiro 28, 2004 09:43 AMAs portas do café estão sempre abertas à vossa poesia e à vossa prosa... o café é vosso, eu só sirvo os cafézinhos! Manda que será um prazer afixar...
Pedro... medo de responder... talvez... ou medo de ter que escolher... ter que optar... isso assusta muita gente e neste caso tambem assustava a personagem deste conto.
Sara... o amor será sempre um jogo cruel... um bailado por vezes de desencontros...
Amigos... café para todos?
Afixado por D_Quixote em janeiro 28, 2004 10:07 AMAmar é tudo e nada... muito e pouco, enche-nos, preenche-nos e esvazia-nos!
Doi como nada e contudo sabe tão bem...
Afixado por Xocolaty em janeiro 28, 2004 09:11 PMBelo texto.
Enqunto lia, consegui imaginar pessoas a representar esta cena... sabes que a acho muito real, muito verdadeira e algo que se repete em quase todos os finais de relações...
O admitir o fim de uma relação é algo de muito complicado, principalmente quando aos olhos da outra pessoa tudo esta bem, tudo ja passou...
É como dizes, é um jogo em que por vezes todos ganham, outras vezes todos perdem, outras ainda um perde mais que o outro, com uma unica certeza... não ha empates. Mais uma vez, belo texto. Café para mim, pode ser curto :-)
descobri o teu blog por ...e sem demoras adiconei-te, fiquei agarrada à história que contaste...tão bela e no entanto tão triste. bela porque mexe com os sentimentos mais lindos e triste porque não há nada pior do que não saber, ou saber e não ser o que se esperava.continua ;)
Afixado por sophiee em janeiro 29, 2004 01:04 AMFinal abrupto ou desenlace inevitável que apenas "ele" não queria ver, de facto?
Continua ;)
Afixado por Sandra em janeiro 29, 2004 07:10 AMConfesso-me surpreendido por haver gente a gostar do que escrevo, sobretudo em prosa, é todo um mundo novo que começo a explorar... inspiração não falta, o que nunca sobra mesmo muito é o tempo...
O final não é abrupto Sandra... é aguardado como a morte num doente crónico... ele, apesar de tudo e por muito que o negue, sabe à partida que ruma a um nada... e por isso mesmo até o comenta a caminho do carro...
é bom ver as mesas do café assim repletas... logo à noite vou dar uma arrumação nestas cadeiras porque me começa a faltar espaço...
ora... saíase cafézinho quente... (hoje com bolachinhas de chocolate a acompanhar)
Afixado por Nuno em janeiro 29, 2004 10:29 AMsaia-se (errata)
Afixado por Nuno em janeiro 29, 2004 10:30 AMHá um tema recorrente de obsessão e amor não correspondido em alguns dos posts publicados no Poetry Cafe que me deixam inquieto. É bom quando um texto nos toca ou incomoda: é sinal que o autor está a fazer um bom trabalho. Parabéns!
PS: Gostei do pormenor da agência do Barclays... LOL!
Afixado por Fernando em janeiro 29, 2004 12:30 PMA minha referência ao "abrupto" tem tb a ver com a forma que apresentas-te o desfecho em termos escritos.
:)**
Afixado por Sandra em janeiro 29, 2004 07:37 PMEscrevo quase como sinto, num plano onírico... e como os sonhos acabam tamebm a realidade dele acaba assim... de forma repentina, deixando semrpe muito em aberto, algo desejado por obter... como um suspiro...
Afixado por Nuno em janeiro 29, 2004 07:57 PM