Comentários à leitura "Espírito de síntese"

Não é das obras que mais aprecio do *nosso* amigo Sartre. No entanto Sandrita... "reduzir uma instituição aos seus elementos é ignorar o seu significado" - TRUE. Mas eu diria que, no contexto específico do nosso governo, eles próprios o fazem, achando-se acima e a instituição em si.

É triste, mas vai aí uma crise...


Dito por Wyrm no dia 30 de janeiro 2004, às 06h58

E que obras são as tuas preferidas? :)

quanto ao que dizes.... concordo.... eles são o poder, a síntese do poder...
enfim...

Dito por dolphin.s no dia 30 de janeiro 2004, às 10h34

Em Silêncio me fico. A ler um bocadinho, se não houver inconveniente. É que passei por aqui...

Dito por eduardo no dia 30 de janeiro 2004, às 14h02

incoveniente? nah! :)

volta sempre :)

Dito por dolphin.s no dia 30 de janeiro 2004, às 14h10

Foi uma resposta Francesa, ao poder da Inglaterra...!

Dito por Eu e a Minha Sombra ! no dia 31 de janeiro 2004, às 00h59

Foi uma resposta Francesa, ao poder da Inglaterra...!

Dito por Eu e a Minha Sombra ! no dia 31 de janeiro 2004, às 00h59

Gosto especialmente d'As Palavras de Sartre.
Como diria o meu bom Antonin Artaud,

"A tragédia em cena já não me basta.
Quero transportá-la para minha vida."

É assim sandrita... embora o existencialismo de sartre e o surrealismo de artaud possam parecer muito distantes, a coisa não é bem assim. Sartre, ele mesmo, era um trágico. Mas um trágico altivo, nunca lamechas. "As Palavras" foi a sua derradeira missão, a mais íntima e verdadeira. Ele coloca-se em cheque e faz de si o personagem do palco da vingança.
Vingar as memórias e o (desas)sossego.

....

Dito por Wyrm no dia 31 de janeiro 2004, às 05h02

Ah! As Palavras!!! :)))

Também gostei muito! Encontrei-o o ano passado, depois de alguma caça em alfarrabistas :)

Dito por dolphin.s no dia 1 de fevereiro 2004, às 18h13

excelente análise...

beijos e abraços

Dito por kay no dia 2 de fevereiro 2004, às 16h22