Gosto muito destas novas formas poéticas tuas, pela imagística, pelo ritmo,pelas linhas de sentido em que te reconheço.Poema belíssimo, este. Com o tal vago a lembrar muito do Pessanha e do Pessoa ortónimo (pelo menos é o que sinto numa primeira leitura).Mas não quero especular mais, senão perco o encantamento...Gostei.Pronto.Fica dito.Regista.
Amigo:
Convido-o para visitar o meu NO SILENCIO DA NOITE.
www.nosilenciodanoite.blig.ig.com.br
Aguardo comentários!
Tudo de bom
Antonio Jr
Não especules, então:-)
Mas olha, Pessanha e Pessoa, há tantos anos a lê-los e trelê-los, alguma marca hão-de ter feito em mim. E se assim for, que te hei-de dizer, senão que rejubilo?
beijo
ler esta travessia do dia-noite-manhã induziu-me um agradavel sentido de flutuar sobre o poema.
é uma sensação ainda mais agradavel que gostar. um beijo.
Pois...mas eu ando há tanto tempo a ler Pessanha, Pessoa e os outros e não escrevo assim...:(
Afixado por amelia em fevereiro 14, 2004 03:16 PMJá temos falado nisso e não vou responder-te aqui :-) Além de que ambas sabemos o que a outra pensa. E depois,também eu leio Camões há anos, e não dei a ninguém frutos gerados dessa leitura.
Cada árvore dá as papoilas que pode... ou ama :-))
beijinhos
Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2004 03:36 PMGosto das papuloas todas : )
E deste poema de um momento "still". Gosto.
Beijos
Eugênia
Afixado por eugênia em fevereiro 14, 2004 04:43 PMOlá, Eugênia, que percebeu lindamente a história das papoulas. Pois é um poema "still", sim :-)
beijo
Um poema macio, coxim de brumas e quietudes? Que bem me soa esse flutuar :-) Obrigada, Carlos. Um beijo
Afixado por Soledade em fevereiro 14, 2004 11:38 PMgostei muito da tranquilidade deste poema. Muito muito bonito. Beijinhos
Afixado por thelma em fevereiro 16, 2004 11:07 AMObrigada, thelma. Óptimo ter boas visitas :-)
beijo