Comentários: Vender é para sempre

Vender é para sempre? Nem sempre!
As empresas Soporcel e Portucel não eram do Estado. Foram nacionalizadas. Portanto, quem nacionalizou uma vez, pode nacionalizar duas ou três...
O Estado não é o santinho sem culpas no cartório. Os accionistas das empresas agora em questão eram grandes industriais mas tb. de alguma população que investiu as suas poupanças na esperança de terem um juro melhor do que aquele que a banca oferecia antes do 25 de Abril.
E em minha modesta opinião, não cabe ao Estado gerir empresas para dar uns lugarinhos aos amigos que lhes fazem os favores. As empresas devem ser privadas, competitivas, activas e sem aquele emperramento que faz parte da burocracia estatal. Não me repugna nada que o Estado venda a parte que espoliou aos antigos accionistas quer da Portucel, quer da Soporcel.
O que, por acaso, não gosto é que em Portugal se produza pasta celulósica. Para a obter é necessário destruir muitas florestas, mas como em regra são de eucaliptos, árvores pouco estimáveis pq. devoram tudo o que está à sua volta, até lhes dou alguma absolvição. A pasta celulósica é um produto que incomoda muita gente.Detesto o cheiro nauseabundo que as suas fábricas lançam na atmosfera.
Será que os ecologistas estão comigo?

Afixado por sara amszalack em fevereiro 28, 2004 05:29 PM

Vender é para sempre? Nem sempre!
As empresas Soporcel e Portucel não eram do Estado. Foram nacionalizadas. Portanto, quem nacionalizou uma vez, pode nacionalizar duas ou três...
O Estado não é o santinho sem culpas no cartório. Os accionistas das empresas agora em questão eram grandes industriais mas tb. de alguma população que investiu as suas poupanças na esperança de terem um juro melhor do que aquele que a banca oferecia antes do 25 de Abril.
E em minha modesta opinião, não cabe ao Estado gerir empresas para dar uns lugarinhos aos amigos que lhes fazem os favores. As empresas devem ser privadas, competitivas, activas e sem aquele emperramento que faz parte da burocracia estatal. Não me repugna nada que o Estado venda a parte que espoliou aos antigos accionistas quer da Portucel, quer da Soporcel.
O que, por acaso, não gosto é que em Portugal se produza pasta celulósica. Para a obter é necessário destruir muitas florestas, mas como em regra são de eucaliptos, árvores pouco estimáveis pq. devoram tudo o que está à sua volta, até lhes dou alguma absolvição. A pasta celulósica é um produto que incomoda muita gente.Detesto o cheiro nauseabundo que as suas fábricas lançam na atmosfera.
Será que os ecologistas estão comigo?

Afixado por sara amszalack em fevereiro 28, 2004 05:29 PM