Lembrei-me de uma certa manhã, lembrei-me dos comentários na abadia, lembrei-me da poesia que ligou esse grupo... sei do que resta e que mimo!
Do poema ficam as palavras a ecoar na altura da abadia e das suas memórias.
Um abraço
Afixado por Sara Xavier em fevereiro 28, 2004 11:46 AMA memória é doída, mas é doce, Sara. Foi um tempo de tanta esperança!
Um grande beijo
Afixado por Soledade em março 1, 2004 03:10 PMLi este poema, reli . E sempre me parece a mesma coisa : um canto, um canto lindo de memória e ternura pela história...
Beijos
Impressionante, a imagem, o poema, o poema seguido da imagem, e vice-versa. E, nos versos finais, um dos meus preferidos louvores ao amor.
Que desconhecia, e agradeço por ter ficado a conhecer.
"um canto de ternura pela história"- também assim penso, Eugênia. Somos criaturas do tempo, já o tenho dito.
beijo, amiga
É a tua terra, querido sete-sóis: o Mosteiro, os Salgados... E a poesia. Obrigada pelo que dizes. E por vires visitar-me :-)
Afixado por Soledade em março 7, 2004 09:09 PM