Sempre um elemento de surpresa, de incomum: a poetização de um manual de instruções, ainda mais de respirar. Gosto, neste país de lamentações que é o nosso, da crítica que subjaz ao poema.
bj
Belíssimo jogo de palavras, ideias, crítica e aquela abertura onde "finalmente se pode respirar"!
Chegar do azul mar e encontrar este poema é um complemento que me delimita nos espaços onde a respiração não é artificial e o corpo distende dos cansaços.
Gostei muito, Carlos. Um abraço
Afixado por Sara Xavier em março 8, 2004 07:10 PMDescida ou subida entre a linguagem e a transfiguração criativa - um bom eletrocardiograma para o espanto do leitor. Muito bom gosto. Parabéns.
André.
...e assim vamos aprendendo a respirar livremente :)
bjs
Eis como se desenrola um percurso muito mais interno do que externo!
Sob uma pena inspirada, respirada... mais ainda: arejada! Gosto muito da maneira insólita que tens de dizer as coisas.
Gostei mesmo, mais uma vez (já tinha lido mas sem tempo para comentar - e não gosto de debitar comentários).
Bj
afinal, há que respirar, não é verdade?
Afixado por alexandre em março 14, 2004 02:59 AM