Curioso! Grandes tainadas nessa sala do Esplanada-Bar, do meu amigo Castro.
Cerveja? Cervejas? Oh! Eu e o Pelejão uma vez fomos fazer uma jantarada de lagosta e cerveja no Esplanada. Nunca fui grande apreciador de marisco, mas naquele dia estávamos inspirados, o que não era nada difícil e comemos e bebemos sem dar conta. Eu e o Pelejão tínhamos muitas máximas, uma delas era: Vamos beber a penúltima! A última havemos de beber um dia! (infelizmente ele já bebeu a última). Há muito boa gente que recorda esta máxima, ainda hoje.
Mais curioso ainda é que há uns anos tive uma patuscada de leitão em casa do Castro, e não no Espalanda-Bar, aqui em Portugal. Já nos encontrámos várias vezes no encontro anual do Luso, não o de lá, mas o daqui. O pessoal é que é maioritariamente de lá. Gente muito boa. Alguns deixam sempre saudades.
Caro Luis Cruz, ergo o meu copo à sua saúde, porque a máxima do meu pai continua viva - vamos ao penúltimo, que o último só à hora da morte.
Um abraço
Rui Pelejão
Afixado por Rui Pelejão em abril 14, 2004 01:24 PM"Vamos ao penúltimo copo! O último há-de ser um dia!"
Não te posso dizer, Rui, se o autor desta máxima foi teu pai ou eu (?). Sabes, é que tínhamos muitas e todas com imensa piada. Criávamo-las para nosso gozo pessoal, fruto de um sentido de humor bem apurado que nunca perdemos.
Este blog tem-me proporcionado algumas alegrias, mas esta supera todas: um comentário do filho do meu maior amigo - Pelejão Marques.
Baden Powel disse um dia: "A amizade é como a árvore: semeia-se, nasce, cresce e morre".
Esta parte final só é verdadeira quando a amizade é magoada, doutro modo, os amigos nunca morrem.
"Ontem bebemos um copo; hoje, para o dia não ser igual vamos beber outro".
Um abraço
É com incontida emoção que leio os comentários do Rui Pelejão e do Luís Cruz.
Hoje ao almoço dei a notícia ao Zeca Curto, ex-furriel da PM, que ficou sensibilizado como é natural.
Porque bebíamos sempre a comemorar qualquer coisa elegíamos o dia de "ontem" como pretexto e no dia seguinte repetíamos a cerimónia.