Como se incita? Como se louva sem aborrecer?
Meu dilecto weblog, a melodia do teu silêncio afasta todas as vãs filosofias...
Human Applause
Isn't my heart holy, more full of life's beauty,
since I fell in love? Why did you like me more
when I was prouder and wilder, more full
of words, yet emptier?
Well, the crowd likes whatever sells in the
marketplace; and no one but a slave
appreciates violent men. Only those who
are themselves godlike believe in the gods.
- - - Hölderlin
"If you're going to hang with the gods, just say no to capitalism and the military."
- - - http://home.att.net/~holderlin/notestopoems.htm#applausesungod
Felicito o(s) autor(es) deste site pela densidade do mesmo.
Numa época de ligeireza e superficialidade, sabe bem encontrar espaços como este na web.
Também comecei um blog há algum tempo. Se tiverem tempo de visitar e deixar os vossos comentários, agradeço.
www.ordemnascente.blogspot.com
Bem hajam e...força!
Mariana Inverno
Felicito o(s) autor(es) deste site pela densidade do mesmo.
Numa época de ligeireza e superficialidade, sabe bem encontrar espaços como este na web.
Também comecei um blog há algum tempo. Se tiverem tempo de visitar e deixar os vossos comentários, agradeço.
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Bem hajam e...força!
Mariana Inverno
Pode sempre ser diferente... (?)
Beijo
Graça :)
Dito por Graça Carpes no dia 23 de março 2004, às 05h28Discordo.
A inquietação não é uma tentativa de fuga, é a força que impulsiona a humanidade.
concordo... mas a tentativa de fuga aqui, nunca é concretizada, limita-se a ser uma inquietação, uma insatisfação, sem a transformar na fuga.
Dito por dolphin.s no dia 23 de março 2004, às 10h08é estranho realmente pensar como chegamos ao que somos em adultos. não sei se todas as juventudes são repletas de sonhos e/ou vazios. não sei se muitas coisas não poderiam ter sido decididas de outra forma por nós mesmos, i.e., se tudo mas tudo depende das circunstâncias. não sei se as inquietações só pertencem a uma idade. não sei se essa descolagem do que somos em adultos é possível (e desejável) (e necessária) (e pertinente) (e sensata)
Dito por margem no dia 23 de março 2004, às 10h23As inquietações não pertecem a uma idade.... ou então a minha idade das inquietações ainda não acabou ;)
Mas uma coisa sei: a descolagem daquilo que somos é sempre possível. e reconstruirmo-nos, e começar do zero, e voltar a ter que descobrir quem somos afinal.... mesmo que essa verdade dure pouco tempo. O que importa é sentirmos que somos fieis à nossa verdade, a verdade de hoje.
Amanhã logo se vê ;)
A inquietação é um sinal de alarme, um estimulo para nos mexermos. Nem sempre estamos disponíveis para o ouvir ou para o fazer... infelizmente....
o desconforto instala-se....
Não somos fieis a nós mesmos. Não procuramos a nossa autenticidade. Esquecemo-nos dos sonhos e das inquietações.
Acomodamo-nos e adormecemos...
não sei se falamos de inquietações diferentes.
o desconforto é grande sim.
mas depois, pensando na miséria (texto acima) ou na guerra, torna-se impertinente, sinal de egoísmo, culpa instalada. (o que é uma 'inquietação' face a quem não tem pão para comer ou vê a morte bombardeada todos os dias?)
e outras coisas, outros pensamentos,...
Dito por margem no dia 23 de março 2004, às 11h33mas as 2 coisas são incompatíveis? acho que não...
pelo contrário, quanto mais consciência tenho do mundo e da sociedade, maior a inquietação que sinto em relação a mim.
leva-me a mudar em relação a mim mesma e em relação ao mundo.
e, em mim, essa interligação é cada vez maior.
entendo. pensar o mundo também se torna pessoal, também nos questiona, também nos pode (e deve certamente) levar a mudar o nosso estar connosco, com a vida, com o mundo-ele-mesmo.
e esse diálogo começa de fora para dentro (o reposicionamento interior poderá reconduzi-lo fora, interligar-se)
receio a indiferença, minha.
Dito por margem no dia 23 de março 2004, às 12h05não acredito nessa indiferença tua ;p
não a tenho visto por aqui... bem pelo contrário ;))
Dito por dolphin.s no dia 23 de março 2004, às 12h22=/
vim só dizer olá.
olá
=|
Dito por margarete no dia 23 de março 2004, às 12h55olá Margarete!
que passa?
tudo nada
8)