Provavelmente deixarei de ser irmão da Misericórdia de Santarém. É sonhar em negócio e saio porta fora. Porra, ganhar dinheiro à custa da miséria dos outros não é comigo.
Afixado por jorgebond em março 29, 2004 01:27 PMCaro Bond, este post é apenas um sinal e estou longe de ter a noção exacta do que se passa, sei o que os jornais dizem, mais nada.
Queria apenas mostrar o contraste entre a vocação primeira, a saber; a caridade e a vocação para que se pode resvalar a da competição por uma boa parceria na assistência, remetendo para segundo plano a solidariedade que as misericórdias devem com as outras.
Se até as organizações sem fins lucrativos se degladiam para acederem às melhores parcerias o que não se passará ao nível dos negociantes da saúde.
Abraço
É de facto uma movimentação estranha, as misericórdias desunham-se para arranjar uns trocados, para dar assistência aos mais necessitados, aos poucos para o conseguir lá vão gerindo donativos, algumas conseguem mesmo negociar com gasolineiras para que lhes calhe mais uns tostões, mas a ser verdade os grupos a estarem na onda, além de pouparem milhões nos impostos, ainda vamos ter de pagar aos pobres, para irem receber benefícios das misericordias. Tá todo o mundo enrolando. Abraços.
Afixado por jorgeassuncao em março 29, 2004 06:19 PM