Comentários: O CFB no limite da cidade

Foi agradável recordar a estória relacionada com os dias do "mala", um autêntico acontecimento na cidade.
Confesso que recordo bem que um dos dias de chegada era o domingo, porque foi num domingo que cheguei ao Luso; o outro sabia que era a meio da semana, mas esqueci qual!
Estou esclarecido.
Entrei algumas vezes nos ATL, não em serviço, mas por ser amigo de um dos maquinistas.

Afixado por Luís Cruz em abril 4, 2004 09:46 PM

Meu pai foi maquinista no CFB, no Luso entre 1961/68. Recordo bem a estação, e também a piscina do Ferrovia (o meu clube),onde assisti à sua inauguração, aprendi a nadar e dei alguns saltos da prancha olímpica, na qual por norma se tinha de começar da mais baixa até à mais alta, onde o amigo está ana fotografia.Era só coragem!?

Afixado por victor roque em abril 18, 2004 12:00 AM

Se o amigo Vitor Roque me pergunta se da minha parte "era só coragem!?" saltar, dir-lhe-ei que era mesmo só para a fotografia, porque saltar, só da beira da piscina. Saltei uma vez da prancha mais alta de uma das piscinas de Tróia, mas não voltei a repetir o feito.
Estive a ver as suas fotos no site dos Luenas e aproveitei para matar saudades de ulguns locais.
Um abraço.

Afixado por Jorge Santos em abril 18, 2004 12:17 AM

Grato por me transportar até este tempo. O meu pai foi motorista de ATL nº75, no Luso, durante muitos anos, ainda não eram blindados, aqueles carros eram só janelas.
Numa das suas viagens de ATL chocou com um hipópotamo que passeava na linha junto à ponte do rio Cuiva.
Quanto à piscina lembro-me muito bem da sua construção, porque quando ela foi iniciada o meu pai fazia parte da Direcção do Ferrovia do qual era o sócio nº8.
Estou a preparar fotos para pubicar.
P.S. - Morava numa das casas gémeas, ao lado do ComZIL.
Um grande abraço a todos que beberam a àgua do Luena.

Afixado por fernando oliveira em abril 18, 2004 10:52 PM