não impede a solidão, mas que se saiba que estamos contigo, enquanto poeta e interprete de um personagem. c.
Afixado por psm em abril 18, 2004 01:57 AMUm poema tão sugestivo, tão lindo e tão bem feito em tudo!
Afixado por Ponto em abril 18, 2004 11:38 AMSomos personagens, e poesia é reelaboração. Mas é bom ter amigos desse lado :-) Obrigada, psm.
beijo
É um antigo poema ou rascunho, ontem trazido à luz, e limado, burilado. Obrigada pelo elogio, Ponto :-)
beijo
Um blues, este poema, Soledade. E vc sabe como gosto de blues...
Beijo,
Ao ler o teu poema, tive a sensação de que de uma releitura se tratava - mas mudaste o título, não foi?
Um bel+issimo poema, ao jeito tão teu de partir do quotidiano que se vê ou evoca, para dizer aquilo que, para poetas é dizível e para os demais o indizível. Por isso gosto dos teus poemas. Obrigada por mais este.
Sei, Eugênia. E fico feliz que oiça a música.
bj
Não tinha título, só a epígrafe de HH. Mudei palavras, alterei a pontuação, eliminei 3 versos. Há sempre uma melodia a querer irromper, a exigir uma tecitura, em cada poema. Às vezes é um tormento. Só às vezes :-)
bj
Afixado por Soledade em abril 18, 2004 06:27 PMJá comparei as duas versões - esta ficou melhor. Valeu retomá-lo.
Afixado por amélia em abril 18, 2004 07:03 PMNão conhecia o poema :( Ter-me-ia lembrado de imediato ao lê-lo, já que estou certo de que não está transformado noutro. É um poema de grande qualidade, de sons suaves, de consoantes macias, de vogais em surdina - são as nasais que lhe conferem esse tom, ao mesmo tempo que tornam a leitura do poema uma degustação lenta, a demoram
como que para não lhe perdermos as nuances sugeridas pela música e pelas imagens vivas e novas, e com um carácter urbano que não é frequente na sua poesia, com que retorna ao tom jazístico de muita da sua poesia de que me sabe admirador.
A meu ver, está entre os seus melhores poemas, isto falando dos que conheço ;)
Afixado por Nuno (D.) em abril 18, 2004 08:43 PMO poema foi lido há tempos num buteco de Belo Horizonte.
O Nuno sabe que amo as nasais, quase tanto como as sibilantes, e que marco muito pouco as vogais. Nem é bem de propósito, acontece-me.
É bom ter notícias suas.
Afixado por Soledade em abril 18, 2004 09:29 PMValeu o regresso ter encontrado aqui este poema!
Afixado por Sara Xavier em abril 19, 2004 11:05 PMOlá, Sara. De volta ao cimento? Mas a luz de Lisboa, em Abril. E o resto... Tudo tem seu lado bom
bj