ruido silêncio, o de todas essas palavras de outros nossas, espalhas sobre um céu cinzento
Dito por kay no dia 19 de setembro 2003, às 17h05O Mundo apesar do que é, e por ser o que é, proporciona uma infinidade de motivações.
O Homem apesar do que é, e por ser o que é, tem inerente a si também muitas motivações.
O Mundo e o Homen apesar de serem o que são, e por serem o que são, conseguem conjugar as motivações existentes, imanadas ou proporcionadas.
O Mundo e o Homem apesar de serem o que são, e por serem o que são, também não conseguem fundir tais motivações.
O Homem tem Vontade e por ela procura agarrar e fazer aplicar o Conhecimento.
O Homem, apesar da Vontade, desperdiça o Conhecimento e aquilo que este lhe permitirá vislumbrar.
O Homem efectivou o Pecado Original.
O Mundo proporcionou ao Homem a efectivação do Pecado Original
O Mundo e o Homem vivem juntos e são unos.
O Mundo e o Homem existem e consagram a sua separação.
O Mundo é Conhecimento e gera Conhecimento.
O Homem tem categorias que lhe permitem analisar, ajuizar e construir Conhecimento.
O Mundo e o Homem podem encontrar-se no âmbito do Conhecimento.
O Mundo e o Homem podem afastar-se do/no usufruto do Conhecimento.
O Mundo permite e, pela sua essência, oferece a possibilidade de Pecado.
O Homem, pela sua essência, caminha para e concretiza o Pecado.
E no meio ou entre o Mundo e o Homem, os múltiplos pecados (derivandos do Pecado) e os múltiplos conhecimentos (derivados do Conhecimento). A juntar-se a estes a força ou ausência de força para escolher, para desafiar, para assumir, para desamedrontar, para avançar, para iluminar.
Sandra