Se a cobrança não se verificou por razões de desmotivação dos respectivos trabalhadores ela abre um precedente perigosíssimo que é o de compensar quem não cumpre com as suas obrigações
laborais, acabando por criar junto de toda a restante função pública em sentimento de maior revolta porque verificam que só são compensados os trabalhadores que arrecadam receitas fiscal os outros pouco interessa o que possam ou não produzir. Em conclusão isto é a continuidade do disfile de disparates protagonizados por esta ministra em manifesto desnorte.
Espectacular.
Do melhor que tenho visto.
A tal de motivação, deverá ser gerida pelo novo gestor, que a aplicará se bem aprouver.
Poderá vir a ser uma motivação por objectivos. Quanto aos outros, já estão habituados.
Mais valia dar-lhes, de uma vez, a comissão sobre "contribuinte tramado". Era mais limpinho quanto aos verdadeiros motivos. Ao que isto chegou...
Afixado por Cotada em maio 31, 2004 10:44 PMDeve-se a curto prazo analisar os resultados e rapidamente começar com incentivos a toda a gente. Mas deve começar por aqui. Porque se toda a gente pagasse o que deve de impostos os impostos baixavam e todos eram mais bem pagos. Com trafulhices só ganha quem sabe e pode e os outros lixam-se. E o dinheiro não estica, logo há que evitar que haja quem meta ao bolso à socapa. Senão nunca há de haver dinheiro para motivar seja quem for! Começa por aí.
Se todos pagassem impostos devidamente, e o sistema fiscal se adaptasse a essa "novidade", a nossa economia, para o que estamos habituados, seria o paraíso.
E na minha opinião, o director nomeado pela Dra. Ferreira Leite devia ganhar 50.000 euros. Esqueçam teorias, façam contas. Acho preferível que receber 500 contos e aceitar subornos.
Espero para ver.
Afixado por Ricardo Salta em junho 2, 2004 09:32 PM