E o sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.
Beleza ooura. Beijo, Maria.
Beleza pura e não ooura,é claro. ;)))
Afixado por Márcia em julho 22, 2004 08:38 PMobrigada:)))) Um dos meus poemas preferidos de Alberto Caeiro. Bela imagem;) Espectacular post. bjs
Afixado por wind em julho 22, 2004 08:42 PMQue surpresa agradável! Tanto que este poema de Caeiro diz da essência humana, da essência humana e do sonho, a mais sublime das suas valên cias... Beijinho, fica bem...:))
Afixado por maria em julho 23, 2004 12:18 AM
e para quê saber de Finanças? ou de Direito? (Filosofia, nem se fala)! deixemos, então, serenamente, que a janela se abra para o Tejo e para a manhã que passa...
não me canso de alberto caeeiro.
não me canso de ler teu blog
Alberto Caeiro por aqui, que ótimo. Um abração.
Afixado por Graças em julho 24, 2004 03:18 AMUm parecer – por mais inspirado que um poeta seja, que não se leve sempre à letra o que escreve – bom sábado c.
Afixado por peres feio em julho 24, 2004 03:02 PMFernando Pessoa no meio do sábado é o que eu precisava. Beijos e um lindo fim de semana.
Afixado por Loba em julho 24, 2004 05:36 PMLindo poema e, como sempre, uma escolha perfeita de imagem. Beijos
Afixado por Marcia em julho 24, 2004 06:38 PM