Comentários: D'Amore Si Muore

Comentar essa poesia é, certamente, deixar-me cair no lugar comum dos "belissima, perfeita, emocionante" e que tais. Abstenho-me pois, e deixo sub-entendido. Agradeço mais uma visita e comentário teu. Mônica chamou-me atenção para duas coisas e falou-me outra. Pela ordem: "queixou-se" por ter-me referido a ela como "doce" amiga, pois diz-se, quando munto, "agri-doce". Assim seja...rs; confessou-se admirada pelo teu comentário anterior, sobre o Encanto da Sereia, posto que, palavras dela, és muito exigente e de poucos elogios. Motivo de orgulho para mim. Afinal, aqui mesmo disse ela que seu texto havia lhe dado idéia para uma crônica. Já foi feita, deves tê-la lido, decerto, no blog Clareando. De tudo, o que importa é saber que mereci mais uma visita e mais um comentário contextual. Para quem tem quase mil, em menos de quarenta dias de blog, muitos e muitos só pró-forma (tediosa mania blogueira), é extremamente relevante. Muito agradecido. Excelente seja o seu final de semana...

Afixado por Antonio Carlos em setembro 25, 2004 09:27 PM

Belo poema. Belíssimo!
Sabe, Barbant, minhas idéias são muito objetivas em relação à poesia. Porque, talvez, eu não a domine ou não tenha a compreensão exata de seu significado. Claro, não sou estudiosa.
Então, penso da seguinte forma: existe o que se escreve a bem do poema perfeito, com ritmo e respeito às regras. Mas existe o que se escreve com a marca do sangue e dos sentidos todos. Sim, desta maneira é que gosto. Feito seu poema, perfeito em todos os sentidos. Perfeito para deixar ir além dos olhos.
Beijo.
mariza

Afixado por mariza em setembro 27, 2004 02:07 AM

Olá meu anjo... ainda nao vivi um amor assim ao ponto de entregar totalmente, mas acredito q quando chegar a hora vai ser a única ...
Beijos e uma otima semana ... contunue assim com essa capacidade enorme q vc tem de fazer das palavras uma realidade... Ti gosto muito muito mesmo....

Afixado por Paula em setembro 27, 2004 04:19 AM

Desculpe-me, barbant, pelo equívoco duplo: não ter afixado o meu e-mail (agora o fiz) e pela interpretação errônea que tomei das palavras de Mônica. Aguardo teu comentário, qual seja ele, elogioso ou crítico-construtivo. Importa-me saber sempre a opinião de quem realmente conta. Grande abraço...

Afixado por Antonio Carlos em setembro 27, 2004 04:38 PM

Vejo que temos afinidades quanto a olhar para aquilo que não se pode olhar... como disse e redisse o Rosa,"Viver é perigoso".
Beijos

Afixado por wesley peres em setembro 28, 2004 02:43 PM

Meu caro barbant, venho agradecer o comentário, sempre sincero e de valor para mim. Esta (tanto quanto a que fala sobre minha ida a SP) e também outras crônicas autobiográficas ainda não publicadas no blog, foram escritas em 2000. Obviamente deves perceber que a diferença é maior do que simplesmente o conteito crônica/conto na qualidade (?) dos escritos. Ainda assim, antes três fósforos periclitantes, ainda de teimoso lume aceso, do que um isqueiro sem fluido ou pedra. Como fumante que sou, garanto-lhe: muito antes assim... Sinceramente grato pela crítica, repito, sempre muito valiosa para mim, e no aguardo de uma próxima visita sua - amanhã volto aos contos, lá pelas quatro da tarde - despeço-me com os votos de um excelente dia. Abraços...

Afixado por Antonio Carlos em setembro 28, 2004 03:59 PM

Meu caro

Cheguei a você via outros enlaces, não importa. O que importa é não poder deixar de morrer. Fico aqui imaginando seu poema cantado...Só imaginando.
abraços
Ilidio

Afixado por Ilidio Soares em setembro 29, 2004 12:17 AM

É assim que faz o poeta, um enleio com as palavras e as musicalidade delas. Pois é também assim que deve fazer a amor, envolver-nos. A nós cabe nos deixar envolver.

Afixado por eugênia em setembro 29, 2004 08:41 PM