Comentários: PNEUMONIA ATÍPICA É caso para

Aqui no Brasil a pedofilia também é crime mas é só você sair para passear para conhecer os pontos turisticos principalmente as praias cariocas e as praias do nordeste brasileiro que tem fama de ter sol o ano inteiro que você verá crianças sendo violentadas a troca de promessas e balas. Com seus corpos em formação e pela cultura brasileira de usar sungas e shorts esportes sobre caidos as criança inocentemente se expoem aos olhos dos pedofilos que nao se contentam em simplesmente olharem.

Afixado por Lucio porto em setembro 25, 2004 03:22 PM

Aqui no Brasil a pedofilia também é crime mas é só você sair para passear para conhecer os pontos turisticos principalmente as praias cariocas e as praias do nordeste brasileiro que tem fama de ter sol o ano inteiro que você verá crianças sendo violentadas a troca de promessas e balas. Com seus corpos em formação e pela cultura brasileira de usar sungas e shorts esportes sobre caidos as criança inocentemente se expoem aos olhos dos pedofilos que nao se contentam em simplesmente olharem.

Afixado por Mário Lúcio porto em setembro 25, 2004 03:21 PM

Aqui no Brasil a pedofilia também é crime mas é só você sair para passear para conhecer os pontos turisticos principalmente as praias cariocas e as praias do nordeste brasileiro que tem fama de ter sol o ano inteiro que você verá crianças sendo violentadas a troca de promessas e balas. Com seus corpos em formação e pela cultura brasileira de usar sungas e shorts esportes sobre caidos as criança inocentemente se expoem aos olhos dos pedofilos que nao se contentam em simplesmente olharem.

Afixado por Mário Lúcio porto em setembro 25, 2004 03:20 PM

sei que poderás considerar o que vou dizer como uma aberração, mas gostava que lesses isto quase como um grito rouco de alguém que se preocupa com a infância e que já teve "ao colo" crianças e adolescentes violados desde idades muito precoces, e crianças com problemas comportamentais graves.
~Toda a criança violada tem sentimentos contraditórios sobre a sua experiência. A violação tb acontece em diferentes circunstâncias: na família próxima ou alargada, por pessoas da relação da família, por desconhecidos, por crianças ou adolescentes mais velhos, por adultos em instituições ou na rua, etc. Os efeitos são diferentes quer pela relação da vítima com o violador, quer pela forma como se processou.
Quando a violação é na rua, por desconhecidos, as marcas ficam, é certo, mas torna-se + ou - simples equacionar e viver com isso porque a atribuição da culpa é feita e não há grande culpabilização pessoal, nem grandes sentimentos contraditórios (pode haver, claro, isto não é fácil).
Quando a violação se passa na família próxima (pais) a situação complica-se e os sentimentos de culpa e outros factores misturam-se aqui.
Sem querer ser exaustiva, vou referir apenas algumas questões relacionadas com a pedofilia dos meninos institucionalizados, ou de rua.
É que há muitos sentimentos contraditórios neste meninos abusados. Primeiro porque sendo crianças que não têm família, ou a que têm não exerce essa função, o violador causa um misto de sentimentos: por um lado, é o abusador que se teme, por outro lado é muitas vezes o único "afecto" que conhecem (mesmo que para nós isso possa ser chocante).
Também aqui se junta o problema da homossexualidade destas relações, i.e., quando estas relações são de caracter homossexual e muito precoces, estes adolescentes têm grande dificuldade de construir a sua identificação sexual, fica uma incompreensão muito perturbadora. A grande maioria destas crianças, continuarão a não ter oportunidades e viverão no mundo da criminalidade, seja ela a prostituição, seja qualquer outra forma.
Muitas vezes é o próprio violador que é a figura de referência dessas crianças e, assim, ela será violadora também (pode ser o caso do BIBI, por exemplo). As crianças constróem a sua personalidade através da imitação dos adultos de referência.
Agora o que vou dizer é que é muito polémico. A escola, porque socialmente obrigatória, deveria constituir-se, para as crianças em situação de risco, como o local de encontro de adultos de referência positivos, como espaço lúdico, como espaço de aprendizagem de valores morais e éticos de uma sociedade que eles não tiveram hipóteses de experienciar no seio da família. Mas estas crianças e adolescentes são marginalizados pela escola e, na maioria dos casos, fazem nesse espaço as aprendizagem do percurso marginal.
Quando a escola não era obrigatória, muitas crianças aprendiam profissões com os pais, vizinhos, etc, e tornavam-se adultos com um saber que os integrava na sociedade. Hoje, a escola, ao hostilizar estas populações mais carenciadas, tritura-lhes a auto-estima e transforma-os em marginais.
Espero que entendas isto, não como eu estando a defender o fim da escolaridade obrigatória (não é o caso), nem como estando a defender o trabalho infantil (tb não é o caso) que hoje não se processa nos termos que falei em cima, mas como estratégia das empresas para conseguir maiores lucros.
São só pequenos pensamentos desorganizados que vieram por ler este teu post.
Abraço

GIN

Afixado por GIN em novembro 1, 2003 03:32 PM

sei que poderás considerar o que vou dizer como uma aberração, mas gostava que lesses isto quase como um grito rouco de alguém que se preocupa com a infância e que já teve "ao colo" crianças e adolescentes violados desde idades muito precoces, e crianças com problemas comportamentais graves.
~Toda a criança violada tem sentimentos contraditórios sobre a sua experiência. A violação tb acontece em diferentes circunstâncias: na família próxima ou alargada, por pessoas da relação da família, por desconhecidos, por crianças ou adolescentes mais velhos, por adultos em instituições ou na rua, etc. Os efeitos são diferentes quer pela relação da vítima com o violador, quer pela forma como se processou.
Quando a violação é na rua, por desconhecidos, as marcas ficam, é certo, mas torna-se + ou - simples equacionar e viver com isso porque a atribuição da culpa é feita e não há grande culpabilização pessoal, nem grandes sentimentos contraditórios (pode haver, claro, isto não é fácil).
Quando a violação se passa na família próxima (pais) a situação complica-se e os sentimentos de culpa e outros factores misturam-se aqui.
Sem querer ser exaustiva, vou referir apenas algumas questões relacionadas com a pedofilia dos meninos institucionalizados, ou de rua.
É que há muitos sentimentos contraditórios neste meninos abusados. Primeiro porque sendo crianças que não têm família, ou a que têm não exerce essa função, o violador causa um misto de sentimentos: por um lado, é o abusador que se teme, por outro lado é muitas vezes o único "afecto" que conhecem (mesmo que para nós isso possa ser chocante).
Também aqui se junta o problema da homossexualidade destas relações, i.e., quando estas relações são de caracter homossexual e muito precoces, estes adolescentes têm grande dificuldade de construir a sua identificação sexual, fica uma incompreensão muito perturbadora. A grande maioria destas crianças, continuarão a não ter oportunidades e viverão no mundo da criminalidade, seja ela a prostituição, seja qualquer outra forma.
Muitas vezes é o próprio violador que é a figura de referência dessas crianças e, assim, ela será violadora também (pode ser o caso do BIBI, por exemplo). As crianças constróem a sua personalidade através da imitação dos adultos de referência.
Agora o que vou dizer é que é muito polémico. A escola, porque socialmente obrigatória, deveria constituir-se, para as crianças em situação de risco, como o local de encontro de adultos de referência positivos, como espaço lúdico, como espaço de aprendizagem de valores morais e éticos de uma sociedade que eles não tiveram hipóteses de experienciar no seio da família. Mas estas crianças e adolescentes são marginalizados pela escola e, na maioria dos casos, fazem nesse espaço as aprendizagem do percurso marginal.
Quando a escola não era obrigatória, muitas crianças aprendiam profissões com os pais, vizinhos, etc, e tornavam-se adultos com um saber que os integrava na sociedade. Hoje, a escola, ao hostilizar estas populações mais carenciadas, tritura-lhes a auto-estima e transforma-os em marginais.
Espero que entendas isto, não como eu estando a defender o fim da escolaridade obrigatória (não é o caso), nem como estando a defender o trabalho infantil (tb não é o caso) que hoje não se processa nos termos que falei em cima, mas como estratégia das empresas para conseguir maiores lucros.
São só pequenos pensamentos desorganizados que vieram por ler este teu post.
Abraço

GIN

Afixado por GIN em novembro 1, 2003 03:27 PM