Esse prato também o faziam com jeito numa daquelas casas de comes-e-bebes próxima da Praça das Cebolas, numa ruela a caminho da baixa, paralela ao Tejo...
Estive na Lisbya há pouco tempo.
Os alfarrabistas ainda se mantêm na Trindade (fiz p'ra aí uma posta em que falei de um deles) mas os sítios de comezainas estão muito modificados.
Inspirado pela Conferência Episcopal Espanhola, parece-me que assisti à 'amaricanicezação' (não existe esta palavra mas gostei das conotações que lhe li depois da escrever...) da cidade de Lisboa.
Estive lá de 1981 a 1986, apareceu em força um bar/esplanada na Avenida. No primeiro ano os 'rotos' tomaram conta da última fila de mesas, as mais afastadas do quiosque. No ano seguinte já tinham 3 filas (9 mesas). Dois anos depois havia 'rotos' na metade 'de cima da esplanada' e desprevenidos na outra. Passado uns tempos aquilo estava cheio de 'rotos e abichanados' (Ah grande Pipi)...
O serviço também se abichanou...
Bebiam-se umas imperiais sem problemas, a principio... depois ficou na moda a tosta mista.
Foi um termómetro dos tempos que aí vinham...
Tempos!
Como dizia o outro: O tempora! O mores!
Um abraço,
Francisco Nunes
P.S. Compadre, longe de mim chamar-lhe polícia... ou gnerrre... Não se amofine!
Sem polémicas saúdo acima de tudo a fotografia da "Ginjinha" - que imensa saudade. Viva o Eduardino
Afixado por maschamba em fevereiro 8, 2004 01:00 PM