Esperemos que tenha razão...
Eu, cá por mim, digo à minha progenitura que não se prenda a isto como o parvo do pai...
e disse-o há pouco tempo.
um abraço,
Francisco Nunes
Que o teu Deus (que também é um bocado meu) te ouça.
Afixado por António Carrilho em fevereiro 17, 2004 02:25 PM