Comentários: As dores crónicas da saúde em Portugal

E de que maneira...

Afixado por Diaba Ólica em fevereiro 25, 2004 09:26 PM

Essa verdade é muito verdadeira...

Um abraço,
Francisco Nunes

Afixado por Planície Heróica em fevereiro 25, 2004 10:11 PM

Só tenho dúvidas, quanto à qualidade dos genéricos vendidos em Portugal. Em relação aos outros países, eles que se desunhem.
Quanto ao SNS, está morribundo.

Afixado por j.gonçalves em fevereiro 26, 2004 12:39 AM

Segundo os especialistas sobre a matéria referem àcêrca dos genéricos os mesmos contêm a substância principal para o tratamento da doença. A questão põe-se em relação aos restantes componentes que entram no fabrico do fármaco, alguns dos quais não servem para nada, isto é só para formatar o comprimido, ou a cápsula.Ora partindo-se do princípio que o medicamento genérico contém a substância activa, qual será a dúvida do clínico na sua prescrição.
Mais, quem garante ao mesmo clínico que o medicamento de marca que ele tendencialmente receita produz um melhor resultado que o genérico. Tendo os genéricos sido introduzidos no mercado em quantidades pequenas e tão recentemente como é que os clínicos podem afirmar
com autoridade, se efectivamente um é mais eficaz do que o outro. É evidente que nós todos sabemos os porquês da não receptividade por parte da maioria dos clínicos em passarem a incluir nos seus receituários, os genéricos. Os génericos vendem-se sem necessidade de recurso a delegados de propaganda médica que são o veiculo, para além de algumas ofertas, de garantia de qualidade do medicamento. Pois é Victor isto precisa de uma vassourada mas bem dada.

Afixado por congeminações em fevereiro 26, 2004 07:15 PM

Duas perguntas:
Porque é que existem marcas de genéricos?
Porque é que não dizem quais são os excipientes?

Agora uma afirmação:
Os medicamentos genéricos não são obrigados por lei a serem testados, quando os medicamentos de marca estão constantemente a serem inspeccionados. Não, eu não sou farmacêutico, mas sinto-me enganado quando comprei uma porcaria com o mesmo princípio activo do Voltarem (perdoem-me a mensão da marca, mea culpa) e me saiu uma coisa que nem relaxava um bocadinho do músculo, agora tenho aqui em casa uma caixa de um medicamento genérico de marca que não me serve para nada e que vou deitar fora. Acabou por me sair mais caro...

E se eu fosse alérgico ao excipiente?

Afixado por Virus em fevereiro 27, 2004 06:54 PM

Virus, não sendo especialista na matéria, estou convencido de que os estudos clínicos que os genéricos são obrigados a apresentar ao organismo que tutela o sector são similares aos dos medicamentos de marca. Portanto a qualidade do produto é assegurado “à priori” pelo regulador. Se o principio activo de um genérico é igual ao do produto de marca, o efeito de qualquer deles será similar para as mesmas condições. Aliás na nova maneira de prescrição, pretende-se que os médicos indiquem o principio activo e não a marca como era usual até aqui. Nós, os doentes usamos frequentemente o termo “tomar uma aspirina” (nome da marca) quando deveríamos dizer “tomar ácido acetilsalicílico” que é o nome do produto activo.
Sobre o caso apresentado (Voltaren) se o produto não fez efeito, o mais certo é dever-se a outras circunstância, que podem ser muitas e diversas, do que à qualidade do produto em si.
Se outros países utilizam há muito genéricos, nalguns com forte controle de qualidade, e não há queixas relevantes quanto á qualidade, por cá o panorama deveria ser similar.
Não tenho interesse especial em defender os genéricos, a única coisa que me preocupa é a relação qualidade / preço: se o genérico oferece a mesma qualidade por um preço mais baixo, a minha escolha recai necessariamente sobre este.

Afixado por vmar em fevereiro 28, 2004 12:36 AM