Tanto paleio, tanto paleio, para depois chegar a uma conclusão brilhante que de certo modo todos nós sabemos, mas por vezes fazemos que não.... Foi bem amigo Biqsi, pode-se dizer que o seu texto foi curto e grosso.... ou até talvez não...
O homem deixa de esvrever no seu blog pessoal e depois quando aqui escreve é com cada testamento!!
Um texto "a little boring" (reparai no inglesismo) e carregado de senso comum...
No último parágrafo fico com a sensação de quem quem não é ambicioso e/ou não é supersticioso... discordo!
Afixado por PortisheadKas em fevereiro 27, 2004 03:09 PMLeia-se: quem não é ambicioso e/ou curioso no meu anterior comentário.
Afixado por PortisheadKas em fevereiro 27, 2004 03:10 PMNota de Autor:
a intenção do parágrafo em questão era retratar uma personagem 100% apática, desprovida de interesse que na minha opinião não existe!
Biqsi no se melhor
Afixado por JoJo em fevereiro 28, 2004 01:25 PMAté chegar ao último parágrafo até estava a achar alguma piada, porque iam sendo focados os vários vértices da questão, sem no entanto ser efectuado um juízo de valor acerca de ser/não ser supersticioso. No entanto acho que borraste a pintura toda no final!
Então julgas que alguém, por não ser supersticioso, não ter medo de fantasmas nem de espelhos partidos, cruzes canhoto, não tem a capacidade de sonhar com o futuro, de esperar o máximo do amanhã, mesmo que todos os dias sejam preenchidos com o vazio? Para mim isso não tem nada a ver com superstição. Tem a ver com a essência naturalmente insatisfeita do ser humano, que pretende ir sempre mais além. No entanto, por necessidade de ajuda ou por incapacidade de compreender a globalidade de todas as questões, apoia-se por vezes em certas bengalas, como as superstições ou a religião, enquanto estas não vão sendo rebatidas pela lógica do pensamento (e repara que eu não disse Ciência!).
Não sou minimamente supersticiosa, mas não é por isso que deixo de ser sonhadora, que baixo os braços e fico a ver navios...
A conversa já vai longa. Ofereço-te um Moscatel e continuamos na minha casa...
2ª Nota de Autor (isto está a dar luta!):
Já percebi que devo de ter sido infeliz na forma como juntei as palavras que pensei exprimirem o que me passava pelo pensamento...
Na minha opinião a superstição não se resume aos espelhos partidos e aos gatos pretos. É algo mais generalista e profundamente enraizado na forma de pensar das pessoas.
Repito mais uma vez que não pretendi fazer juízos de valor. Pretendia, sim, transmitir que por mais pragmático que se seja, não se consegue nunca atingir aquele estado de nirvana permanente que me parece suficiente e necessário para abolir todos os prenúncios de superstição que acabamos por usar no nosso dia-a-dia.
Quanto ao Moscatel está aceite! E a conversa é como as cerejas, nunca é demais!
Oxalá seja em breve!
(vês o pormenores de que falo? Será tão em breve consoante o quisermos, no entanto... "Oxalá"!)