Gostava de saber qual foi a atitude da enfermeira, perante esta situação?
Igualmente gostaria de saber qual foi a tua atitude?
As mudanças passam pela melhor formação dos auxiliares de acção médica (esta não tem culpa de ser ignorante e do estado que a emprega não lhe ter dado formação adequada), mas passam pela exigência dos enfermeiros em serem os únicos responsáveis pelos cuidados de Enfermagem. Esperava-se uma atitude da Enfermeira... na ausência dela, o utente têm todo o direito de exigir melhores cuidados, e de interpelar a auxiliar e a enfermeira em questão sobre este acto. Tens ainda a responsabilidade acrescida de seres um futuro profissional, portanto com formação acrescida. Sabes as práticas corporativistas dos profissionais devem incidir na melhoria da actuação, ao invés de um protecionismo sem sentido. Esta situação não se poderá repetir? Esta situação não se poderá tornar rotineira no contexto actual de falta de profissionais? Será que damos assim tão pouco valor aos nossos actos e formações? Assim não admira que queiram reduzir ratios de enfermeiros por doentes...
Não pertenço à vossa comunidade, mas uma pesquisa trouxe-me até vós. Sou jornalista e estou a fazer um artigo sobre infecção hospitalar. Aquilo que se conta é aquilo que eu própria presenciei há umas semanas num centro de saúde onde me dirigi para fazer um pequeno curativo... Daí a ideia para este trabalho. Venho perguntar-vos se têm conhecimento pessoal de outros casos graves em que o perigo de infecção nosocomial passou mesmo a contágio, tendo consequências mais graves (morte ou internamento prolongado). Se me puderem ajudar, eu agradeço. O meu mail é cazedo@sabado.investec.pt
Afixado por Cristina em março 8, 2004 04:38 PM