É engraçado como personificamos os objectos de que gostamos...
um abraço,
Francisco Nunes
Pois, quando avancei de vez para Moçambique ofereci o meu carocha a um amigo (já tinha ele outros dois), por o não considerarmos vendável.
partiu-se-me o coração...
Excelente estória. Abraço.
Afixado por João em março 11, 2004 05:46 PMque diria o karpa desta merda?
lamechiches do caralho. a posse, o carro a gaja tudo afinal meus é poribido proibir ou não.
fds mais estes anarquistas da treta
Este blog continua animadíssimo e dá sempre um gozo do caraças lê-lo.
Com que então Campolide? Companheiro, fomos vizinhos, pôrra!
Um abração do
Zecatelhado