Em vez de se preocuparem com os números apurados para poderem, ou não, arranjarem argumentos para os contestarem o importante era através das várias confissões religiosas existentes no nosso País, lhes perguntassem quantas pessoas recorrem
às mesmas a solicitarem apoio de alimentos e outros. Possívelmente ficariam surpreendidos com
os números que seriam largamente ultrapassados em
relação aqueles que foram divulgados.